Saltar para: Post [1], Pesquisa e Arquivos [2]

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

Um Europeu sem a mecânica da laranja

Bolas

 

“Ui, calhámos com a Espanha.” Há quase ano e meio isto passava pela cabeça de qualquer um. Jogar à bola contra os espanhóis bicampeões do mundo e reis da Europa assustava, porque o tiki-taka de passes atrás de passes trocava as voltas a toda a gente. Mas os holandeses tinham uns truques na manga. Trocaram a tática à última hora, os quatro defesas passaram a cinco, ficaram amigos do contra-ataque e a careca de Robben teve ordem de soltura para correr na frente. Começava o Mundial, a Holanda ganhava 5-1 e era o início do fim para a La Roja tal como a conhecemos durante quatro anos (entre 2008 e 2012). Quem vestia de laranja mostrava que tinha sumo para ser espremido e, mesmo que às vezes um pouco amargo, chegou para a seleção parar apenas nas meias-finais.

Não foi assim há tanto tempo que se bateram palmas aos holandeses no Mundial do Brasil. Passaram 16 meses desde o terceiro lugar que poucos esperavam, mas menos ainda antecipariam que o país de onde veio o futebol total acabasse por ser um total fracasso na qualificação para o Europeu — foram cinco derrotas, um empate e quatro vitórias, todas contra a Letónia e o Cazaquistão. Os 13 pontos não chegaram para bater os 18 da Turquia, os 20 da Islândia e os 23 da República Checa, contra quem a Holanda perdeu (3-2) quando tinha de vencer na última jornada da fase de grupos. Desastre.

As 16 equipas já qualificadas: França, Espanha, Portugal, Alemanha, Itália,  Inglaterra, Bélgica, Croácia, Polónia, Islândia, República Checa, País de Gales, Eslováquia, Suíça, Irlanda do Norte, Rússia, Áustria, Roménia e Albânia e Turquia.

 

Ler mais...

Um Europeu sem a mecânica da laranja - Observador