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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

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Um olhar sobre o mundo das notícias

Ter carro a gasóleo vai ficar mais caro

Outubro 15, 2013

adamirtorres

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De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2014, a que o Económico teve acesso, os proprietários dos automóveis a gasóleo vão ter que pagar mais um imposto no próximo ano.
Na versão preliminar do Orçamento, além do Imposto Único de Circulação (IUC), serão adicionadas taxas que variam entre os 1,39 e os 68,85 euros a todos os carros a diesel.
Mas não será o único agravamento. Na mesma proposta está previsto um aumento do IUC no próximo ano, sendo actualizado em 1%.
Para os automóveis matriculados após Julho de 2007, a taxa adicional vai dos 5,02 euros para motores até 1.250 de cilindrada, chegando aos 68,85 euros para veículos com mais de 2.500 de cilindrada.
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Económico



72% dos portugueses não conseguem pagar as contas no final do mês

Janeiro 31, 2013

adamirtorres

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72% dos cidadãos portugueses têm dificuldades em pagar as suas contas no final do mês, segundo um relatório da TNS. O estudo, baseado nos dados do Eurobarómetro para a Comissão Europeia, revela ainda que o valor é superior em 31 pontos percentuais face à média europeia, onde quatro em cada dez (41%) afirmam encontrar-se nesta situação.
No topo da lista dos cidadãos com dificuldades encontram-se os países que recorreram à ajuda externa: Grécia (89%), Portugal (72%), Irlanda (59%), Espanha (46%) e Chipre (68%). A Bulgária (73%) e a Itália (62%) também aparecem nos lugares cimeiros da lista.
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Comece já a fazer um check-up às suas finanças

Janeiro 28, 2013

adamirtorres

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Identificar receitas e despesas

Uma das principais regras de ouro passa por identificar no seu orçamento mensal para onde está a ir o seu ordenado. Para ajudar nessa tarefa, o melhor é começar por fazer um mapa de receitas e de despesas, onde deverá apontar diariamente todos os encargos que tem. Ou seja, só fazendo uma lista completa dos gastos é que poderá saber onde é que está a gastar o seu dinheiro – não se esqueça de incluir as despesas fixas e as variáveis, sendo que estas últimas são as mais importantes para fazer ajustes. Ao mesmo tempo, fica a saber qual é o peso das diferentes despesas que tem no seu orçamento familiar. Não se esqueça que, o gasto total que tem (mesmo com o empréstimo da casa, os juros, a água, a luz, o gás) não deve pesar mais de 35% do seu orçamento mensal.

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O que o próximo Orçamento vai mudar na vida dos portugueses

Outubro 30, 2012

adamirtorres

A redução dos escalões do IRS e a sobretaxa de 4% são das medidas mais penalizadoras do OE.

Entre mais impostos, menos deduções e menos prestações sociais, as famílias e as empresas nacionais vão ser sujeitas a um grande esforço em 2013. Tudo em prol da redução do défice.

 

1 - Menos escalões de IRS. A redução do números de escalões de IRS é um dos pontos-chave do OE/13. Em vez de oito, serão cinco os escalões, com taxas que variam entre 14,5% para rendimentos até sete mil euros e 48% para quem ganha 80 mil euro. Estas taxas vão reflectir-se já em Janeiro através das retenções na fonte. Além disso, será cobrada uma sobretaxa de 4% que será retirada mensalmente. E para os salários superiores a 80 mil euros acresce ainda taxa de solidariedade de 2,5%.
2 - Menos deduções com habitação. A partir do próximo ano, podem deduzir-se apenas 15% dos juros pagos no empréstimo à habitação, com um limite de 296 euros. Apenas as rendas pagas pelos inquilinos poderão ser deduzidas em 15%, até um limite de 502 euros, como forma de incentivar o arrendamento.
3 - Recibos verdes pagam mais IRS. Os trabalhadores com recibos verdes que estejam abrangidos pelo regime simplificado vão pagar mais IRS em 2013. Se até aqui o Fisco considerava 30% do rendimento anual ganho como despesa, sujeitando a IRS os restantes 70%, a percentagem de despesa desce agora para 20%. Desta forma, 80% do que os contribuintes ganharem será tributado no IRS.
4 - Carros de alta cilindrada mais tributados. A partir do próximo ano, os proprietários de carros de alta cilindrada, barcos e aviões de recreio passam a pagar mais 10% de Imposto Único de Circulação (IUC). O aumento do IUC vai afectar todas as categorias de veículos, sendo que nos automóveis menos potentes e poluentes o agravamento do imposto é de 1,3%.
5 - Menos deduções para as empresas. O Governo vai agravar a carga fiscal das empresas com maiores lucros e limitar os benefícios fiscais àquelas que se financiam por dívida, fixando um tecto de três milhões de euros dos gastos financeiros que poderão ser deduzidos. A austeridade fiscal chega ainda às empresas através de mais pagamentos por conta.
6 - Redução de funcionários rende 330 milhões. O Governo garante que vai cumprir este ano a meta de redução anual de 2% do número de funcionários públicos (cerca de dez mil trabalhadores) e que, em 2013, a meta mantém-se e irá permitir uma poupança adicional de 330 milhões de euros. A esta verba acresce ainda a que será conseguida com a redução global em 50% do número de contratados a prazo no Estado.
7 - Idade de reforma aumenta na função pública. A idade da reforma para os funcionários públicos passa a ser de 65 anos a partir de Janeiro de 2013, mas quem já pediu a passagem à aposentação ou quem pedir até final deste ano, escapa a esta regra e terá como exigência 63 anos e seis meses. O cálculo da pensão também é alterado para quem entrou no Estado até Agosto de 1993.
8 - Pensões cortadas.  A pensões vão ser cortadas em 2013.A redução será de 3,5% para pensões entre 1.350 euros e os 1.800 euros brutos. Acima deste valor e até 3.750 euros, a redução será progressiva até atingir 10%. Já quem recebe uma pensão superior a 3.750 euros brutos terá um corte de 10% ao que se soma mais uma redução de 15% sobre o valor que excede os 3.750 e os 5.030 euros e de 40% sobre o valor que excede este último e os 7.545 euros.
9 - Subsídios mais baixos. Os subsídios de desemprego vão ser sujeitos a uma taxa de 6% e as baixas por doença superiores a 30 dias pagam 5%. O OE salvaguarda os valores mínimos destas prestações, mas a cláusula pode cair no caso do subsídio de desemprego. A partir do próximo ano, gerentes e administradores descontam mais, porque terão direito a subsídio de desemprego, mas a protecção pode produzir efeitos só em 2015. Fora do âmbito do OE, o Governo está a negociar vários cortes em prestações com os parceiros sociais.

Fonte »»»Económico


O Orçamento de Estado 2013 - I

Outubro 09, 2012

adamirtorres

Foto:Rádio Clube de Lamego

O próximo Orçamento do Estado vai reduzir a despesa nas três áreas sagradas: educação, saúde e prestações sociais. O último Conselho de Ministros extraordinário de domingo discutiu sobretudo os cortes na despesa e não a receita, evitando o tema quente entre CDS e PSD. Ontem o primeiro-ministro negou a crise na coligação e prometeu mais reformas estruturais – uma delas o despedimento de cerca de 50 mil funcionários públicos contratados (ver págs 2-3). Se reduzir os custos na Educação não passa por mais receita, cortar custos na Saúde pode significar o aumento de algumas taxas moderadoras. Mas também uma redução de gastos com os medicamentos. Isso mesmo foi assumido pelo primeiro-ministro, ontem, no Porto. Passos voltou a falar nas reformas para dizer que é preciso intervir “no mercado laboral, no mercado do arrendamento, na resolução extrajudicial de litígios, na reestruturação e insolvência de empresas, na redução de rendas excessivas nos medicamentos”, mas também nas reformas do ensino superior e da justiça. Algumas destas reformas já foram várias vezes faladas, sem grandes avanços. Outras, como as alterações legislativas ao mercado de arrendamento, já estão em vigor.

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Orçamento do Estado 2013

Outubro 01, 2012

adamirtorres

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Kit contra a crise

Julho 05, 2011

adamirtorres

1 - Não se endivide mais
É absolutamente proibido contrair mais créditos. Esta é a opinião unânime dos especialistas ouvidos pelo Diário Económico. Numa altura em que o País e o sector empresarial enfrentam uma desalavancagem forçada, as famílias têm de seguir o mesmo caminho. Segundo os dados do Banco de Portugal existiam no final do primeiro trimestre deste ano 3,8 milhões de particulares com crédito ao consumo e 2,4 milhões de famílias com empréstimos à habitação. E o número total de famílias com créditos não tem parado de aumentar, mesmo apesar da crise. Em contrapartida a taxa de poupança das famílias está a decrescer. Segundo os dados do Banco de Portugal, no ano passado a taxa de poupança caiu para os 9,8%, quando em 2009 se tinha situado nos 10,9%. Mas não é apenas por estas razões que este não é o momento para as famílias contraírem mais dívidas. Fazer um crédito hoje é consideravelmente mais caro e mais difícil do que há três anos atrás. Se em 2008 era possível obter um ‘spread' de 0,5% no crédito à habitação, actualmente os ‘spreads' mínimos rondam os 2%, mas podem atingir os 5,95%. Além disso, os bancos apresentam rácios de financiamento baixos (60%/70%), o que implica que os clientes tenham em carteira dinheiro disponível para darem uma "entrada generosa" para a compra de casa.

 

2 - Previna-se e faça as contas
Prevenir é mesmo o melhor remédio para lidar com a subida dos juros e dos efeitos negativos da crise. Mesmo que a sua situação financeira actual seja saudável, os especialistas deixam alguns conselhos. Afinal, uma situação de desemprego ou uma doença poderá facilmente desequilibrar as finanças de uma família. Para prevenir tais imprevistos deverá ter guardada uma almofada financeira equivalente a seis salários do agregado familiar. Esta poupança deverá ainda estar alocada em aplicações financeiras de elevada liquidez (como os depósitos a prazo ou fundos de tesouraria) de forma a facilitar a sua movimentação em caso de uma emergência. Além de constituir este fundo de emergência, os especialistas aconselham os consumidores a fazerem as contas ao seu empréstimo à habitação, fazendo simulações de qual será a prestação da casa caso os juros subam mais 2%. Desta forma, as famílias ficam a saber se os seus orçamentos estão preparados (ou não) para subida das taxas Euribor. Por exemplo, um empréstimo de 150 mil euros a pagar em 30 anos, com um ‘spread' de 1,5% e indexado à Euribor a seis meses irá pagar em Julho uma prestação de 652 euros. Mas se a Euribor subir mais dois pontos percentuais (face aos níveis actuais), a prestação dispararia para os 827 euros.

 

3 - Opte pelo alargamento do prazo dos empréstimos
Se tem créditos a seu cargo e nota já algumas dificuldades em conseguir cumprir com os seus compromissos junto da banca, não deixe a situação arrastar-se. Fale com o seu gestor de conta, exponha a sua situação e tente renegociar as condições do empréstimo. No entanto, este não deverá ser um processo fácil. "O poder negocial que os clientes têm no actual contexto é muito reduzido", refere João Cantiga Esteves. Um reflexo desta realidade são as dificuldades que os consumidores têm hoje para negociar o ‘spread' dos créditos à habitação- uma tarefa praticamente impossível no actual contexto. No entanto, os bancos também não estão interessados que o crédito malparado aumente, por isso estão hoje mais receptivos a encontrar soluções para que os clientes evitem entrar numa situação de incumprimento. Algumas dessas soluções poderão passar, por exemplo, pelo alargamento do prazo do empréstimo, o que levará a uma redução da prestação da casa. Em alternativa, os clientes poderão pedir a carência de capital. Ou seja, durante um determinado período, o cliente paga apenas os juros do empréstimo.

 

4 - Taxa fixa: Uma opção para quem privilegia a estabilidade
O economista João Cantiga Esteves é um acérrimo defensor do crédito à habitação com taxa fixa. "Ao indexar o crédito a uma taxa variável, os bancos estão a transferir para os clientes o risco das taxas de juro. O que é grave. No actual contexto, não é preciso a Euribor subir muito para que o efeito seja devastador para muitas famílias. Ao fixar a taxa do crédito à habitação durante 30 anos, por exemplo, eu estou a eliminar esse factor de volatilidade". No entanto, importa referir que nas actuais condições de mercado, fazer um crédito à habitação com taxa fixa é mais caro face à taxa variável. Por exemplo quem contratar hoje um empréstimo à habitação indexado à Euribor a seis meses estará sujeito a uma taxa anual nominal (TAN) mínima de 3,75% . Um valor que tem em conta 1,75% de média da Euribor a seis meses registada em Junho, acrescida de um ‘spread' de 2%. Já quem fixar a prestação da casa durante 30 anos, estará sujeito a uma TAN de 5,785% - inclui taxa swap a 30 anos de 3,785% registada a 29 de Junho e um ‘spread' de 2%. No entanto, para o professor universitário, no longo prazo, a taxa fixa é mais vantajosa. "Posso pagar uma prestação mais elevada nos primeiros anos mas ao optar pela taxa fixa estou a pagar a certeza, a estabilidade e a eliminar a volatilidade dos juros", refere .

 

5 - Ponha o seu orçamento familiar em regime de dieta
Perante uma subida dos juros e do consequente aumento da pressão sobre os orçamentos familiares só existem duas soluções para evitar um impacto negativo: ou os ordenados esticam, ou os gastos encolhem. Tendo em conta as medidas de austeridade anunciadas (aumento de impostos, inflação elevada, corte dos salários mais elevados na função pública) dificilmente é possível fazer crescer os ordenados. A não ser que siga a sugestão do economista da IMF. "Lá fora, sobretudo nos EUA, vemos muitas pessoas que pela necessidade de aumentarem os seus rendimentos optam por transformar um ‘hobby' [como a carpintaria] numa fonte de rendimento adicional ao salário habitual. O actual momento pode ser, de facto, uma altura para que isso também aconteça em Portugal", afirma Filipe Garcia. Mas a forma mais fácil de não deixar que a subida dos juros ponha em causa a sua estabilidade financeira será através do controlo das despesas. "Há que separar aquilo que é prioritário, do acessório", afirma João Cantiga Esteves. E também aqui não existem soluções universais. Ou seja, cada caso é um caso, e aquilo que pode ser uma despesa supérflua para uma família, para outra é um gasto essencial. Por isso cada pessoa terá de fazer a discriminação das suas despesas e rendimentos para perceber quais são as despesas que poderão ser eliminadas ou reduzidas.

 

6 - Coloque a subida dos juros a favor das suas poupanças
Nem tudo é negativo num cenário de subida de juros. Quem tem poupanças, por exemplo, poderá até beneficiar da tendência altista dos juros e da escassez de liquidez que o sistema financeiro enfrenta. Isto porque existem algumas aplicações financeiras que estão a beneficiar da actual conjuntura. É o caso dos depósitos a prazo. Há 11 meses que a remuneração destas tradicionais aplicações a prazo tem vindo a subir de forma quase consecutiva. Os números do boletim estatístico mostram os juros médios praticados nos depósitos a particulares em Abril eram de 3,33%. Mas há no mercado bancos que estão a oferecer mais. Segundo os dados compilados pela Deco, existem pelo menos cinco depósitos a 12 meses que oferecem taxas brutas acima dos 4%. O melhor depósito para este prazo é o DP TOP II do banco BiG que tem uma taxa de 4,75%. O único inconveniente é que exige um montante mínimo de investimento de 60.000 euros. Quem tivesse este dinheiro disponível e o aplicasse neste depósito chegaria ao fim de um ano com uma mais-valia líquida de 2.238 euros. Mas não são apenas os depósitos que beneficiam da alta das taxas de juro. Os certificados de aforro, por exemplo, também vêem a sua remuneração subir, já que a sua rendibilidade está indexada à evolução da Euribor a três meses.

 

Leia esta e muitas outras notícias em »»» Iconómico

 


RTP e a crise

Fevereiro 25, 2011

adamirtorres

 

 

 

Realmente é de ficar a pensar nestes ordenados ao ver que o abono das crianças foi reduzido por causa da crise.

 

A RTP é um canal público e é inadmissível que o estado continue a injectar dinheiro dos impostos dos Portugueses para pagar estes ordenados.

 

Judite de Sousa (14 923 euros), José Rodrigues dos Santos (14 768 euros), José Fragoso (12 778 euros) e Fátima Campos Ferreira (11 413 euros)

 

Sempre achei que o estado não devia financiar empresas públicas, elas têm que se auto-sustentar, se não tem dinheiro para pagar este tipo de ordenados que procurem outras alternativas. A RTP como canal público devia dar oportunidades a novos apresentadores e jornalistas.

 

Todos os dias vejo a Praça da Alegria, e já me interroguei por várias vezes, quanto devem ganhar os elementos do júri que vão lá à sexta-feira 10 a 20 minutos fazer alguns comentários sobre as actuações dos concorrentes.

 

Adamir Torres



As 30 mudanças nas nossas carteiras que chegam com 2011

Janeiro 01, 2011

adamirtorres

A maior parte das medidas de contenção anunciadas durante o ano que agora acaba entram em vigor no primeiro dia do ano novo. Famílias e empresas começam o ano com mais impostos e menos salários e benefícios sociais.

 

Os portugueses já ouvem falar de crise e austeridade há muito tempo, mas será só a partir desse sábado, que sentirão na pele algumas das medidas mais pesadas adoptadas pelo Governo para conseguir reduzir o défice.

Fonte: Publico



Aperto nos apoios sociais no Reino Unido faz portugueses ponderar regresso

Outubro 20, 2010

adamirtorres

Desde que chegaram ao governo no Reino Unido, os conservadores e democratas liberais apertaram o controlo à atribuição de apoios sociais e hoje, quarta-feira, deverão anunciar mais mudanças.

O regresso a Portugal começa a ser ponderado por algumas mães solteiras que dependiam dos apoios sociais que o governo britânico está a reduzir, afirmou uma assistente social em Londres.

Maria Marques, que trabalha há vários anos na Stockwell Partnership, uma organização não lucrativa, como conselheira em assuntos sociais, dá um exemplo que aconteceu há apenas uma semana.

Sem emprego e sozinha, a mãe de uma menina de um ano "foi tentar a vida em Portugal porque aqui já não se justifica".

Outros, garante Maria Marques à Agência Lusa, "ainda não foram embora porque os familiares em Portugal dizem: ai não venhas porque isto está muito mau, está muito mau!".

Hoje, quarta-feira, um conjunto de medidas de austeridade vai ser apresentado no parlamento para reduzir o défice, incluindo na segurança social. "Desde que este governo entrou nota-se bastante diferença", afirma.

O ministro das Finanças, George Osborne, criticou o excesso de dinheiro gasto nos apoios sociais e a falta de incentivo para voltar a trabalhar. Por isso, determinou a redução apoios àqueles que não trabalham, como o rendimento mínimo garantido às mães solteiras.

Maria Marques diz que este subsídio é agora sujeito a inquéritos e avaliações mais rigorosos, forçando muitas mulheres a aceitar trabalho em tempo parcial.

Os subsídios de incapacidade para trabalhar também estão a ser cortados, avisa Susana Forte Vaz, que presta aconselhamento no centro European Challenge, em Thetford.

"O que vai acontecer é que eles [governo] vão dar cabo das pessoas que estão a viver de subsídios", adiantou à Lusa, "e as pessoas que não estão a trabalhar vão ser prejudicadas por isso".

Maria Marques reconhece que o governo anterior tinha dado demasiado facilidades. "Tinha pessoas que me diziam que era mais fácil estar nos benefícios do que andar a trabalhar".

O abuso, vincou, não é exclusivo dos portugueses, estendendo-se a outras nacionalidades e aos próprios britânicos.

A alternativa, trabalhar, é possível e em dois meses conseguiu arranjar trabalho a cerca de 18 pessoas. "Em termos de emprego, as coisas correm, devagar mas correm", diz.

Fonte: JN


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