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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

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Um olhar sobre o mundo das notícias

Bolt voltou a ser rei no atletismo

Agosto 12, 2012

adamirtorres

 

Usain Bolt é, tal como há quatro anos, a grande figura do atletismo nos Jogos Olímpicos. Repetiu os títulos de 100 e 200 metros e contribuiu para o "bis" da Jamaica em 4x100 metros, que encerrou o atletismo de pista com um recorde mundial.
O jamaicano, com corridas perto do seu melhor em Londres2012, conseguiu a dupla revalidação da velocidade, o que é feito inédito, comprovando depois a excecional forma ao finalizar a estafeta da "ilha das corridas" com novo e fabuloso máximo mundial, a 36,84 segundos, pela primeira vez abaixo dos 37,00.
Bolt foi determinante para que a Jamaica encerrasse como a terceira potência do atletismo atrás de Estados Unidos e Rússia. Mas Yohan Blake, vice-campeão de 100 e 200 e também campeão na estafeta, ajudou bem ao sucesso do país.
Agora, Bolt passa a ter seis medalhas de ouro olímpicas e, aos 25 anos, ainda pode sonhar em igualar, no Rio de Janeiro2016, o histórico recorde de nove de Carl Lewis, dos Estados Unidos.
Também sai de Londres com três medalhas de ouro a norte-americana Allyson Felix - individualmente nos 200 metros e coletivamente nos 4x400 metros e nos 4x100 metros, aqui também com recorde do Mundo.

Ler artigo completo:

Bolt voltou a ser rei no atletismo - SAPO Desporto


Bolt supersónico ganha lugar na história

Agosto 09, 2012

adamirtorres

 

 

O jamaicano venceu com 19.32s, ficando a dois centésimos do recorde olímpico, por si alcançado em 2008.
O jovem Yohan Blake deu luta ao seu compatriota, obrigando Bolt a forçar a sua passada até à meta.
Assim sendo o pódio fica assim dividido: Usain Bolt (19.32), Yohan Blake (19.44) e Warren Weir (19.84).
Usain Bolt concretizou uma proeza inédita na história do atletismo ao revalidar os títulos olímpicos de 100 e 200 metros. Algo que nenhum atleta havia conseguido até então.
No hectómetro, só o norte-americano Carl Lewis tinha conseguido a “dobradinha”, em Los Angeles1984 e Seul1988, embora o segundo título tenha sido conquistado depois da desclassificação do canadiano Ben Johnson, por doping. 

Bolt supersónico ganha lugar na história - SAPO Desporto


Emanuel Silva e Fernando Pimenta de prata - Londres 2012

Agosto 08, 2012

adamirtorres

Portugal conquistou esta quarta-feira a sua primeira medalha nos Jogos Olímpicos de Londres graças à dupla Emanuel Silva / Fernando Pimenta.
Os canoístas portugueses alcançaram a prata na prova de K2 1000 metros, disputada no lago Eton, com o tempo de 3m09s699, ficando muito perto do ouro, arrecadado pela dupla húngara Rudolf Dombi e Roland Kokeny (3m09s646). A medalha de bronze ficou para a dupla alemã Martin Hollstein / Andreas Ihle.
É o corolário de uma caminhada de sucesso para a dupla lusa, que tinha sido terceira classificada na segunda meia-final, com o tempo de 3m14s017.
Emanuel Silva e Fernando Pimenta venceram ainda a qualificação europeia para os Jogos Olímpicos e arrecaram a medalha de bronze no Mundial deste ano, em Poznan.

Emanuel Silva e Fernando Pimenta de prata - SAPO Desporto


Brasil na final à procura de ouro inédito

Agosto 07, 2012

adamirtorres

O Brasil garantiu com relativa facilidade a passagem à final do Torneio Olímpico de futebol ao derrotar a Coreia do Sul por 3-0.
A formação orientada por Mano Menezes, que fez alinhar Alex Sandro e deixou Hulk e Danilo no banco, mostrou alguma dificuldade no começo do encontro. Sinónimo disso foram as três oportunidades de golo que dispôs a Coreia do Sul, mas que não resultaram em golo.
Foram-se os primeiros quinze minutos e a surpresa inicial dissipou-se. O Brasil fez valer a sua maior qualidade técnica e de circulação de bola e chegou à vantagem com um golo de Rómulo (38’).
Depois veio a segunda parte e apareceu Leandro Damião. O avançado do Internacional de Porto Alegre mostrou, mais uma vez, porque é um dos jogadores mais cobiçados deste mercado de transferências.

Ler artigo completo:

Brasil na final à procura de ouro inédito - SAPO Desporto


Usain Bolt bicampeão nos 100m

Agosto 05, 2012

adamirtorres

 

Usain Bolt conquistou a medalha de ouro nos 100 metros, arrecadando o segundo título olímpico consecutivo com a segunda melhor marca de sempre do hectómetro - 9,63 segundos -, que constitui igualmente novo máximo absoluto dos Jogos Olímpicos (superior aos 9,69 fixados por ele em Pequim'2008).

O jamaicano partiu bastante mal mas conseguiu recuperar e vencer a prova. No entanto, a má partida ter-lhe-á custado a renovação do seu recorde do Mundo, de 9,58s, alcançado no Mundial de 2009, em Berlim.

O compatriota e campeão do Mundo, Yohan Blake, ficou com a medalha de prata depois de alcançar a sua melhor marca pessoal (9,75s). O norte-americano Justin Gatlin fechou o pódio com 9,79s - melhor registo pessoal -, menos um centésimo do que o compatriota Tyson Gay, que conseguiu a sua melhor marca da época mas ficou longe do máximo pessoal de 9,69s.

Destaque ainda para o último lugar de Asafa Powell, que acabou por lesionar-se e terminar com o tempo de 11,99 s.

 

Usain Bolt corre para a lenda

 

Final dos 100 metros:

1.º Usain Bolt (Jamaica), 9.63 s

2.º Yohan Blake (Jamaica), 9,75 s

3.º Justin Gatlin (EUA), 9,79 s

4.º Tyson Gay (EUA), 9,80 s

5.º Ryan Bayley (EUA), 9,88 s

6.º Churandy Martina (Holanda), 9,94 s

7.º Richard Thompson (Trinidade e Tobago), 9,98 s

8.º Asafa Powell (Jamaica), 11,99 s

 

:.: Usain Bolt bicampeão nos 100m - Atletismo - Jornal Record :.:


Atlanta 96: a quase medalha lusitana

Agosto 01, 2012

adamirtorres

O regresso às olímpiadas
Portugal já não marcava presença no palco olímpico desde os distantes anos vinte, e da meritória presença nos Jogos de Amesterdão em 1928. A qualificação para os Jogos de Atlanta, criou algumas expectativas, mas a presença na fase final do Euro, pouco tempo antes, inviabilizou a chamada de jogadores renomados para a seleção.
Rui Bento, Capucho e Paulo Alves, foram os jogadores com mais de 23 anos, que estiveram ausentes do Euro 96 e que foram chamados por Nelo Vingada. Porfírio, foi o único presente em Inglaterra, que  também foi chamado para Atlanta.

Entre os convocados encontravam-se alguns jogadores já com cartas dadas no futebol português, como os sportinguistas Dominguez, Afonso Martins e Beto; o portista Rui Jorge, o benfiquista Calado e o boavisteiro Nuno Gomes, mas as principais figuras jogavam fora do país: Dani no Ajax e Peixe no Sevilla. Nelo Vingada, o histórico adjunto de Queiroz, era o comandante das tropas, e Portugal partia para os jogos do centenário, disputados na cidade que viu nascer a Coca-cola, com a esperança de trazer uma medalha para casa...
Ler artigo completo:

Temas :: Jogos Olímpicos :: Atlanta 96: a quase medalha lusitana :: zerozero.pt :: Porque todos os jogos começam assim...


Nélson Évora: O "salto kamikaze para o infinito"

Agosto 01, 2012

adamirtorres

Nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, Nélson Évora era um jovem de 20 anos ainda a ver como eram os grandes palcos do desporto mundial. A sua qualificação no triplo-salto não ficou para a história, 15,72m, o 40.º em 48 participantes, numa prova que seria do sueco Christian Olsson, com 17,79m.
Évora era um membro entusiasta da comitiva, daqueles que ia às provas dos colegas e torcer por eles com bandeira e tudo. Quatro anos depois, em Pequim, Évora já não era saltador de fim da tabela. Antes pelo contrário. Era o campeão do mundo e juntaria a esse título o ouro olímpico.
A luta pela medalha no Ninho de Pássaro, como era conhecido o magnífico Estádio Olímpico de Pequim, era assumida, sustentada na exibição em Osaka no ano anterior, com um título mundial e um magnífico recorde nacional (17,74m). Évora estava num lote alargado de favoritos numa disciplina que não tinha um rei fixo desde que o britânico Jonathan Edwards se retirara. Como sempre, os cubanos estavam na linha da frente, tal como o romeno Marian Oprea, ou o gigante brasileiro Jadel Gregório.
Mas quem mais se assumia como favorito era o desbocado de cabelo vermelho Phillips Idowu, que não tinha engolido muito bem a derrota no ano anterior em Osaka - nem sequer foi às medalhas. "Sinto-me o Super- homem. Acho que ninguém me vai parar. Sou à prova de bala. Há sempre gente que aparece em ano olímpico, mas acho que ninguém vai aparecer", dizia um superconfiante Idowu antes da prova. Évora, por seu lado, estava confiante nas suas possibilidades e não acreditava em vencedores antecipados: "O estado de confiança que ele tem mostrado pode ser contraproducente. Vou fazer um salto kamikaze e saltar para o infinito."

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Jogos Olímpicos 2012 - Nélson Évora: O "salto kamikaze para o infinito"

 


Fernanda Ribeiro: A corrida que nunca se ganha daquela maneira

Julho 31, 2012

adamirtorres

Depois de ter vencido dias antes os 5000 metros femininos, Wang Junxia parecia destinada a fazer a inédita dobradinha em Atlanta (Estados Unidos da América) quando tomou a liderança isolada dos 10.000m na última volta. Mas, num dos finais mais emocionantes da distância em Jogos Olímpicos, Fernanda Ribeiro "cerrou os dentes", encurtou a diferença e ultrapassou a chinesa na recta final. Depois de Carlos Lopes e Rosa Mota, Portugal tinha outra medalha de ouro. "Foi a corrida da minha vida", repetiu muitas vezes a atleta de Novelas (Penafiel).
Mas esteve quase para ser a corrida de Junxia. A começar pelo facto de a sua principal adversária na dupla légua ter tido em risco a participação nos Jogos do centenário. Fernanda Ribeiro teve muitos problemas nos tendões de Aquiles e, quatro meses antes do início do evento, um médico chegou a dizer-lhe que a sua carreira tinha terminado. Ainda assim, a portuguesa chegou aos EUA com aspirações a conquistar uma medalha, mas sem a aura de invencibilidade que rodeava Junxia, que até então nunca tinha perdido uma corrida de 10.000m. Olhando apenas para as suas marcas, a chinesa, uma das primeiras atletas a integrarem o Salão da Fama da Federação Internacional de Atletismo, foi uma das melhores fundistas de todos os tempos. Ainda é a actual recordista mundial dos 10.000 e dos 3000m, com tempos assombrosos que lançaram suspeitas sobre o possível uso de doping. Em 1993, bateu o recorde mundial dos 10.000m, tirando 42s ao anterior máximo, e até hoje ainda ninguém se aproximou a menos de 22 segundos desse tempo.
O valor da concorrência engrandece o resultado de Fernanda Ribeiro. A portuguesa foi a última a descolar depois de um ataque forte de Junxia, mas, a 250 metros da meta, parecia que teria de se contentar com o segundo lugar. "Quando a chinesa Wang Junxia foi embora, pensei que já tinha perdido a medalha de ouro, mas que ficava com a de prata", explicou à Lusa em 2009. Mas a ponta final da então recordista mundial dos 5000m foi brilhante e fez saltar dos sofás os muitos portugueses que acompanharam a prova naquela madrugada de 3 de Agosto de 1996. Ribeiro cortou a meta com menos de um segundo de vantagem sobre a asiática, com o tempo de 31m01,63s, um dos 17 recordes olímpicos de atletismo batidos em Atlanta.

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Jogos Olímpicos 2012 - Fernanda Ribeiro: A corrida que nunca se ganha daquela maneira


Carlos Lopes: A medalha que começou com um atropelamento

Julho 31, 2012

adamirtorres

Domingo, 12 de Agosto de 1984, Los Angeles, Califórnia. Pouco passava das sete da tarde, hora local (três da manhã do dia seguinte em Lisboa), quando Carlos Lopes, com o dorsal 723, entrou no Coliseu de L.A. Lopes fez a volta e meia que lhe faltava num sprint solitário e sagrou-se, aos 37 anos, campeão olímpico da maratona, a primeira vez que um atleta português conquistava uma medalha de ouro nos Jogos. Quinze dias antes, estava tudo em causa. Durante um treino, Lopes fora atropelado. O sonho olímpico podia ter acabado logo ali.
"Julguei que ia bater com a cabeça no asfalto. Por instinto defendi-me e acabei por cair sobre a omoplata esquerda. Nem sei como a cabeça não bateu em nada... Levei algum tempo a levantar-me. Tinha medo, pensava que já não ia a Los Angeles", recordou mais tarde, em entrevista ao jornal A Bola, o atleta português. O carro que o tinha atropelado era um Mercedes e o condutor era um comandante da TAP, Lobato Faria. Quem assistiu à cena quis bater no comandante e foi Carlos Lopes quem o defendeu. Naquela manhã, foi directo para o Hospital de Santa Maria, onde fez vários exames. O procedimento repetiu-se numa clínica, já com a supervisão de um médico do Sporting, e os resultados foram conclusivos: estava tudo bem.
Teria sido um golpe duro para Lopes, atleta de currículo ímpar no atletismo português, da pista ao corta-mato, a quem a glória olímpica (leia-se, a medalha de ouro) tinha falhado por poucos segundos em Montreal 1976 por culpa de Lasse Viren nos 10.000m - e o finlandês nunca se livrou da fama de doping sanguíneo. Lopes falhara os Jogos de Moscovo 1980 por causa do boicote e Los Angeles seria a sua última oportunidade. Naquela manhã de muito calor, Lopes era um dos favoritos, não "o" favorito. Falava-se em Rob de Castella, o australiano, em Alberto Salazar, o cubano naturalizado norte-americano, em Toshihiko Seko, o japonês.

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Jogos Olímpicos 2012 - Carlos Lopes: A medalha que começou com um atropelamento


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