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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

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Rui Rio poderá ser ministro num Governo com muita gente de saída

Outubro 06, 2015

adamirtorres

Torre Belem

 

Dos 14 ministros actuais, há quatro que não transitam para a nova formação. Entre eles estão António Pires de Lima, ministro da Economia, que sempre afirmou que, independentemente do resultado das legislativas, no fim do mandato voltaria ao sector privado; e Miguel Poiares Maduro, ministro adjunto e do Desenvolvimento Regional, que anunciou a saída em Julho, para regressar a carreira académica. Caso contrário, perderia o vínculo contratual com o Instituto Universitário Europeu de Florença, em Itália.

Também sai Paula Teixeira da Cruz, ministra da Justiça, que, assegura fonte próxima do PSD, "depois das polémicas, como a do Citius, não tem condições para continuar". E Anabela Rodrigues, da Administração Interna. "Foi uma escolha de recurso aquando da saída de Miguel Macedo", considera a fonte.

Na lista dos indecisos, mas com provável bilhete de saída, estão Paulo Macedo, ministro da Saúde, que já terá manifestado "vontade de sair"; Rui Machete, ministro dos Negócios Estrangeiros, que aparentemente tem a tutela mais disputada; e Nuno Crato, da Educação, pelas mesma razões de Teixeira da Cruz. "Um Governo de minoria precisa de ser politicamente forte, para negociar com a Oposição, e ao Crato não tem lugar".

Rui Rio pode ser ministro num Governo com muita gente de saída - JN


Ter carro a gasóleo vai ficar mais caro

Outubro 15, 2013

adamirtorres

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De acordo com a proposta de Orçamento do Estado para 2014, a que o Económico teve acesso, os proprietários dos automóveis a gasóleo vão ter que pagar mais um imposto no próximo ano.
Na versão preliminar do Orçamento, além do Imposto Único de Circulação (IUC), serão adicionadas taxas que variam entre os 1,39 e os 68,85 euros a todos os carros a diesel.
Mas não será o único agravamento. Na mesma proposta está previsto um aumento do IUC no próximo ano, sendo actualizado em 1%.
Para os automóveis matriculados após Julho de 2007, a taxa adicional vai dos 5,02 euros para motores até 1.250 de cilindrada, chegando aos 68,85 euros para veículos com mais de 2.500 de cilindrada.
---------- Fim Texto------------ #*/--> ---------- “XXXXXXX Modulos XXXXXXXXX” ------------  #*/--> ---------- “XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX” ------------ #*/--> ---------- “Favor não mexer, obrigado” ------------ #*/-->

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Económico



O Orçamento de Estado 2013 - I

Outubro 09, 2012

adamirtorres

Foto:Rádio Clube de Lamego

O próximo Orçamento do Estado vai reduzir a despesa nas três áreas sagradas: educação, saúde e prestações sociais. O último Conselho de Ministros extraordinário de domingo discutiu sobretudo os cortes na despesa e não a receita, evitando o tema quente entre CDS e PSD. Ontem o primeiro-ministro negou a crise na coligação e prometeu mais reformas estruturais – uma delas o despedimento de cerca de 50 mil funcionários públicos contratados (ver págs 2-3). Se reduzir os custos na Educação não passa por mais receita, cortar custos na Saúde pode significar o aumento de algumas taxas moderadoras. Mas também uma redução de gastos com os medicamentos. Isso mesmo foi assumido pelo primeiro-ministro, ontem, no Porto. Passos voltou a falar nas reformas para dizer que é preciso intervir “no mercado laboral, no mercado do arrendamento, na resolução extrajudicial de litígios, na reestruturação e insolvência de empresas, na redução de rendas excessivas nos medicamentos”, mas também nas reformas do ensino superior e da justiça. Algumas destas reformas já foram várias vezes faladas, sem grandes avanços. Outras, como as alterações legislativas ao mercado de arrendamento, já estão em vigor.

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TGV. Renegociação do contrato custou mais 77 milhões ao Estado

Janeiro 29, 2011

adamirtorres

Os encargos para o Estado do contrato de construção do primeiro troço do TGV (comboio de alta velocidade), entre Poceirão/Caia, da Linha Lisboa/Madrid, vão subir cerca de 5%, ou o correspondente a 77 milhões de euros. Essa é diferença do VAL (valor acrescentado líquido) entre o contrato inicial, assinado em Maio de 2010 e a versão reformulada publicada ontem em Diário da República.

O contrato de Maio tinha um VAL (indicador que mede o custo para o concedente) de 1473 milhões de euros. Na versão mais recente, o VAL sobe para 1.550 milhões de euros, segundo dados da RAV (Rede de Alta Velocidade). Este acréscimo de custos para o Estado resulta da transferência de riscos para o consórcio privado que venceu o concurso, sobretudo ao nível do financiamento para adaptar o contrato às dúvidas levantadas pelo Tribunal de Contas.

Fonte: Ionline

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