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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

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Um olhar sobre o mundo das notícias

Steve Jobs, o homem que inventou o futuro

Outubro 07, 2011

adamirtorres

Fundador da Apple morreu aos 56 anos, deixa para trás uma empresa com que mudou o Mundo e a forma como os i’s são vistos.

"Os segredos da pequena caixa azul", anunciava um dos números da Esquire publicados em 1971. A história era a de uma figura obscura, Captain Crunch, que descobrira uma forma de fazer gratuitamente chamadas de longa distância. O que não terá passado de uma curiosidade para os milhares de leitores da revista, tornou-se num desafio para o jovem Steve Jobs, então finalista de liceu em Cupertino, na Califórnia. Jobs e Steve Wozniak seguiram no encalce do autor da proeza e encontraram-no. John Draper, um antigo electrotécnico da Força Aérea, com quem começaram a construir e a vender as "caixas azuis" que permitiam realizar chamadas gratuitas. Ainda que ilegal, foi esse o negócio que rendeu os primeiros milhares de dólares - seis, segundo o New York Times - à dupla que a 1 de Abril de 1976 fundaria a Apple. Jobs tinha 16 anos.

 

Fruto de uma relação entre um professor universitário e uma aluna, Steven Paul Jobs nasceu a 24 de Fevereiro de 1955 na Califórnia. Adoptado por Paul e Clara Jobs, casal da classe média baixa, aos 12 anos o pequeno Steven já brincava com electrónica e aos 21, depois de ter trabalhado na Atari, fundava a sua empresa. Nascia a lenda da "maçã". Há quem diga que o símbolo foi inspirado na maçã com que os Beatles decoravam os seus últimos discos. Outros garantem que a escolha se deveu ao regime alimentar que Jobs na altura cumpria. Certo é que os dois milhões de dólares facturados em 1977 se transformaram em 600 em apenas cinco anos e que em 1983 já a marca integrava a Fortune 500.

Wozniak construíra o Apple I numa caixa de madeira, em 1977 começaram juntos a comercializar o segundo modelo e em Maio de 1983 já era vendido o "Lisa", um computador inspirado nas estações de trabalho que Jobs vira numa visita à Xerox em 1979. "Foi um daqueles momentos apocalípticos. Dez minutos depois de os ver, percebi que, um dia, todos os computadores funcionariam assim. Não era preciso um grande intelecto, era muito óbvio", reconheceu em 1995 numa entrevista à fundação Smithsonian. Custava dez mil dólares e, com diversos problemas técnicos, durou apenas um ano.

 

No intervalo do campeonato de futebol norte-americano de 1984, era apresentado o primeiro computador Macintosh, num anúncio de 60 segundos, realizado por Ridley Scott, que além dos ícones no ‘desktop' e do inovador rato, era descrito como "adorável". Nessa altura, já John Sculley, antigo vice-presidente da Pepsi, fora contratado. A história é lendária entre os fanáticos da marca. O encontro foi em Nova Iorque, onde Jobs tinha um apartamento ao lado do Central Park, a conversa foi feita no Metropolitan Museum e a frase que fechou o negócio é até hoje reproduzida, com maior ou menor exactidão. "Queres continuar a vender água com açúcar a miúdos ou queres mudar o Mundo?", ter-lhe-á perguntado Jobs.

 

Sculley aceitou o desafio e ao bom estilo de Jobs não olhou a meios para atingir os fins traçados. O Macintosh estava a ser um fracasso, a responsabilidade era apontada ao software e Jobs, depois de uma intensa luta interna, foi mesmo despedido da empresa que fundara. Descalço e com umas calças de ganga azul, no dia da despedida reuniu alguns dos seus colaboradores e anunciou o motivo do adeus. "Não uso as calças certas para esta empresa", afirmou antes de partir para um exílio de 12 anos.

Testemunha e fã da cultura hippie dos anos 60 na Califórnia, Jobs nunca teve feitio para ficar parado. Em jovem foram assumidas as experiências com LSD, era fã de Bob Dylan, dos Beatles, de Ella Fitzgerald - que cantou no seu 30º aniversário - e protagonista de alguns romances mediáticos. Na lista de ex-namoradas está Joan Baez, a cantora folk, mas também algumas histórias menos felizes. Chris Ann, namorada de liceu, teve de forçar um teste para que Jobs assumisse a paternidade de Linda e lhe garantisse o direito a uma pensão de alimentos. Sossegou em 1991 quando se casou com Laurene Powell, de quem teve quatro filhos.

 

Mas profissionalmente nunca o fez. Meses depois de ter sido despedido da Apple, fundou a Next inc. e, no ano seguinte, procurou o realizador da saga "Guerra das Estrelas", George Lucas - queria comprar-lhe a divisão de efeitos computorizados da Lucasfilm.

A fasquia do negócio terá começado em trinta milhões de euros, mas tudo acabou por ser selado nos dez. Jobs preparava-se para fazer nascer mais uma empresa inovadora: a Pixar. Tal como na sua Apple, também na animação foi preciso esperar pelo momento certo, mas o resultado foi estrondoso. Em 1995 era lançado "Toy Story", o primeiro filme completamente realizado de modo informático e que iria gerar mais de 300 milhões de euros em receitas de bilheteiras. Anos depois seria a Disney a comprar a Pixar por 7,4 mil milhões de euros e a garantir a definitiva entrada de Jobs para o clube dos mais ricos do Mundo - além de ser o maior accionista individual da Disney, com cerca de 7%, a fortuna pessoal era estimada em 8,6 mil milhões de euros.

 

"Valia mais de um milhão aos 23 anos, mais de dez aos 24 e mais de cem aos 25 anos, mas isso nunca me interessou. Não fiz nada pelo dinheiro", terá dito Steve Jobs que, em 1996, regressou à Apple. Nessa altura, tinha apenas 3% do mercado mundial de computadores. Mas o segundo ‘round' de Jobs na sua empresa mudaria o Mundo.

Com Jobs na liderança, a marca da maçã apresentou os iMac, inventou o leitor de mp3, o telemóvel e a loja de música mais populares do Mundo e, com a sua última criação, o iPad, prometia revolucionar os meios de comunicação. Acabou derrotado por um cancro no pâncreas, diagnosticado em 2004, com o qual travou a mais dura das batalhas. Desde então, afastou-se por três vezes da liderança da empresa e no início deste ano fê-lo definitivamente. Agora, despediu-se dos milhões de fãs, os mesmos que tornaram ‘cool' a ideia de acampar na rua à espera de um qualquer produto que começasse com um i.


Marcos da Apple

iMac
Os iMac coloridos foram lançados em 1998, na reformulação dos produtos da Apple empreendida por Steve Jobs ao regressar à empresa. Uma das viragens do equipamento, em 2006, deveu-se à introdução do processador da Intel. Em 2008, a Apple redesenhou o computador, que tem agora um ecrã de 20 ou 24 polegadas.

iPod
O lançamento do iTunes, loja de música online, e do iPod, em 2001, revolucionou a forma do consumidor se relacionar com a compra de música. Numa altura em que a pirataria começava a reduzir as receitas das editoras, o lançamento do iTunes criou uma nova forma de consumo.

iPhone
Quando, em 2007, a Apple lançou a primeira versão do iPhone estava lançada a revolução nas telecomunicações. O ecrã sensível ao toque e as aplicações disponíveis fizeram o equipamento assemelhar--se a um pequeno computador, cujo formato foi adoptado pela maior parte dos fabricantes.

iPad
O ‘tablet' da Apple, lançado em 2010, criou um ‘hype' em torno destes computadores sensíveis ao toque, entre o PC e o ‘smartphone' com o modelo a ser rapidamente adoptado pelos concorrentes. Este ano foi lançada a segunda versão do equipamento, 33% mais leve, mais fino e mais rápido.

 

Fonte: Económico

 

 


Multiplicam-se as reacções à morte de Jobs (Documentários)

Outubro 07, 2011

adamirtorres

A morte de Steve Jobs está a provocar reacções um pouco por todo o lado. No Twitter, as hashtags relacionadas com este tema estão a crescer de forma exponencial e o mundo da tecnologia começa a reagir à notícias da morte de uma das pessoas mais influentes da área nos últimos anos.As homenagens ao co-fundador da Apple, Steve Jobs, falecido na quarta-feira, aos 56 anos, multiplicaram-se nas últimas horas, abrangendo os vários quadrantes, desde o mundo político ao económico, passando pelas personalidades da música e do cinema.
O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, colocou Steve Jobs "entre os maiores inovadores norte-americanos". Enalteceu "o espírito de engenho norte-americano", e salientou que a sua criatividade "mudou a forma como cada um de nós vê o mundo".
Bill Gates, fundador da Microsoft e um dos principais concorrentes da Apple, foi dos primeiros a publicar uma declaração sobre Jobs. Gates confessou estar triste com a morte de "um colega, competidor e amigo" que conhecia há cerca de 30 anos. "O mundo vê raramente pessoas que têm uma influência tão importante quanto a que Steve teve. Os seus efeitos serão sentidos por muitas gerações futuras", sublinha. Bill Gates termina a mensagem com a frase: "Vou sentir muito a falta do Steve".
Ler artigo completo... (Jornal de Notícias)
Mais Vídeos... (pplware.sapo)

Steve Jobs fez o mundo em 20 anos

Outubro 07, 2011

adamirtorres

Embora ele não tenha inventado directamente muitas coisas, Jobs era mestre em associar ideias, arte e tecnologia de maneira a inventar reiteradamente o futuro. Desenhou o Mac depois de perceber o poder das interfaces gráficas de uma forma que a Xerox foi incapaz de fazer, e criou o iPod depois de entender a felicidade que é termos mil músicas no bolso de um modo que a Sony, que tinha todos os meios e a tradição para o fazer, nunca conseguiu perceber. Alguns líderes são inovadores por compreenderem o contexto global. Outros fazem-no por controlarem os pormenores. Jobs fazia ambas as coisas, implacavelmente. 

O resultado foi ter revolucionado seis indústrias: os computadores pessoais, os filmes de animação, a música, os telefones, os tablets e a edição digital. Podemos até acrescentar uma sétima: as lojas de venda a retalho, que Jobs não revolucionou, mas reinventou. Ao longo deste percurso, não só criou produtos transformadores, mas também, à segunda tentativa, uma empresa duradoura, marcada pelo seu ADN, cheia de designers criativos e engenheiros ousados capazes de fazer avançar a visão dele. 


Jobs tornou-se o maior empresário da nossa era, aquele que certamente será mais recordado daqui a um século. No panteão da História ficará ao lado de Edison e de Ford. Mais do que qualquer outro dos seus contemporâneos, ele fez produtos completamente inovadores, combinando o poder da poesia e dos processadores. Com uma ferocidade que podia fazer com que trabalhar com ele fosse uma coisa tão perturbadora como inspiradora, construiu também aquela que se tornou, pelo menos durante parte do último mês, a empresa mais valiosa do mundo. E conseguiu integrar nela as sensibilidades do design, o perfeccionismo e a imaginação que provavelmente a tornarão, mesmo daqui a décadas, a empresa mais bem sucedida no cruzamento da arte com a tecnologia.

 

Ler artigo completo... (Publico)

 


Steve Jobs: carreira de génio

Outubro 07, 2011

adamirtorres

Steven Paul Jobs (São Francisco, Califórnia, 24 de fevereiro de 1955 — Palo Alto, Califórnia, 5 de outubro de 2011) foi um inventor, empresário e magnata americano no sector da informática. Notabilizou-se como co-fundador,presidente e director executivo da Apple Inc.  Foi também director executivo da empresa de animação porcomputação gráfica Pixar e accionista individual máximo da The Walt Disney Company.

No final da década de 1970, Jobs, em conjunto com Steve Wozniak e Mike Markkula, entre outros, desenvolveu e comercializou uma das primeiras linhas de computadores pessoais de sucesso, a série Apple II. No começo dadécada de 1980, ele estava entre os primeiros a perceber o potencial comercial da interface gráfica de usuário guiada pelo mouse, o que levou à criação do Macintosh.

Após perder uma disputa de poder com a mesa diretora em 1984, Jobs demitiu-se da Apple e fundou a NeXT, uma companhia de desenvolvimento de plataformas direcionadas aos mercados de educação superior e administração. A compra da NeXT pela Apple em 1996 levou Jobs de volta à companhia que ele ajudara a fundar, e ele serviu como seuCEO de 1997 a 2011, ano em que anunciou sua renúncia ao cargo, recomendando Tim Cook como sucessor.

Morreu em 5 de outubro de 2011, aos 56 anos, em decorrência de um câncer pancreático.

 

Ler artigo completo...  (wikipédia)


Apple vai lançar iPhone para o povo

Agosto 24, 2011

adamirtorres

"Uma versão do iPhone 4 a um preço mais baixo pode ser um mal necessário para o ciclo do iPhone, especialmente nos mercados emergentes, nos quais o rendimento das pessoas é mais baixo", comentou Channing Smith, director-adjunto de um fundo que gere acções da Apple, as mais cotados do Mundo.

Em Julho, Tim Cook, Chefe de Operações da Apple, já tinha sinalizado o caminho a seguir pela empresa norte-americana. "Acredito firmemente que apenas estamos a arranhar a superfície. Acredito que há uma oportunidade incrível na China", país que foi fundamental no aumento de 82% dos lucros da Apple, para 28,6 mil milhões de dólares, no segundo trimestre de 2011. Só na Ásia-Pacífico, que representa um quinto dos rendimentos da Apple, os lucros triplicaram, para 6,3 mil milhões de dólares.

Paralelamente, a Apple prepara o lançamento do iPhone 5, há muito antecipado nas redes sociais e blogues. Segundo a Reuters, o aparelho, que pode ser denominado iPhone 4S, por ser muito similar ao actual, terá um ecrã táctil maior, melhor antena e uma câmara de 8 megapíxel.Entre o iPhone 4 e o 5, ou 4S, a Apple planeia rebentar com o mercado.
Segundo a Reuters, só para o novo topo de gama, os fabricantes, Hon Hai Precision Industries e Pegatron, receberam instruções para fabricar 45 milhões
de aparelhos, mais do dobro dos 20 milhões de aparelhos venmdidos, superando as expectativas, que apontavam para 17 a 18 milhões de unidades.

 

Ler Artigo Completo (Jornal de Notícias)


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