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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

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Os Metallica vestiram preto integral no Rock in Rio

Ainda o sol deste quente final de Maio iluminava o Parque da Bela Vista quando Andreas Kisser, o guitarrista dos Sepultura, a banda que inaugurou o palco Mundo, o principal do Rock in Rio, declarou para todos ouvirem: “Estamos aqui celebrando o heavy-metal. Melhor dia do festival, com certeza”. E sim, foi com certeza o melhor dia do festival para os tantos com t-shirts dos Metallica, dos Kreator (que tocaram no palco Sunsert) ou dos Motorhead (que veríamos estampados nas costas de James Hetfield, vocalista dos cabeças de cartaz).

Neste ano em que o Rock in Rio arrancou com o dia dedicado ao metal, a organização contabilizou 42 mil espectadores. Apesar da descarga eléctrica violenta, conturbada, das bandas em palco, foi um arranque sereno. Os Metallica encerraram a noite interpretando na íntegra o seu álbum mais bem-sucedido comercialmente, homónimo mas conhecido como Black Album, mas excepção feita aos clássicos que todos sabem de cor, não sobressaltaram a multidão.

Os Sepultura depararam-se com público muito considerável e tiveram nos Tambours Du Bronx, grupo de percussão francês, colaboradores perfeitos no acentuar da carga tribal-urbano-apocalíptica da sua música (o início, com uma barreira de percussão que desembocou em Refuse/Resist, foi exemplar). Mas era ainda muito cedo (às 18h estavam cerca de 20 mil espectadores na Bela Vista) para grandes tumultos entre a multidão metaleira que, como sempre, acorreu para celebrar a sua música, a sua comunidade. Que o digam os Mastodon, a muito celebrada banda a caminho de clássica que se seguiu aos Sepultura.

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