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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

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2011 foi bipolar para um FC Porto que ganhou tudo

O ano de 2011 ficará registado sob o signo do Dragão. Campeão sem derrotas, juntou-lhe o bónus de ter conquistado o mais importante dos títulos internos em plena casa do «inimigo» número um, o Benfica. A fechar a época conquistou a Taça de Portugal mas a coroação de um clube e de um homem deu-se em Dublin. André Villas-Boas virou o sonho em realidade e deu ao FC Porto o sétimo título internacional, ao ganhar a Liga Europa.

 

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A glória e a depressão personificadas num nome

O ano civil de 2011 foi bipolar para um FC Porto que ganhou tudo. E comecemos por aí. Em Portugal, a supremacia foi esmagadora. A equipa de André Villas-Boas empatou apenas um jogo em 2011 (3x3 com o Paços de Ferreira) quando há muito era campeã e terminou a Liga com 21 pontos de vantagem sobre o 2.º classificado, o Benfica. E foi precisamente em casa das águias, na noite do dia 3 de Abril, que o dragão selou a conquista do 25.º título nacional, com direito a festa à meia-luz e sistema de rega para o banho de campeão.

Da Luz ao Jamor, a viagem foi curta e o final o mesmo. Perante um Vitória de Guimarães sem argumentos para o «super» FC Porto de Villas-Boas, a Taça de Portugal acabou nas mãos de Helton, Moutinho e companhia, que ergueram o 16.º troféu portista na prova rainha do futebol português.

Mas o toque de ouro num ano inesquecível para os portistas já tinha acontecido, cinco dias antes. O destino uniu duas equipas lusas - e nortenhas - em Dublin, na Irlanda, para entre si discutirem o título da Liga Europa. E o final de tarde na Irlanda marcaria, curiosamente, o início do fim de uma «pequena» sociedade de sucesso no FC Porto. Radamel Falcao, melhor marcador da história da Taça UEFA/Liga Europa cabeceou o dragão (1x0) para o sétimo troféu internacional e Villas-Boas aproximava-se da lenda de Mourinho. Os dois, acabariam por deixar a Invicta no Verão de 2011...

Esse Verão que fez tremer o «super» FC Porto. As juras de amor de um treinador jovem, carismático e de sangue portista evaporaram-se perante os milhões de Roman Abramovich. Villas-Boas renunciou à «cadeira de sonho» e rumou ao Chelsea, onde mais uma vez se iria deparar com o «fantasma» de Mourinho. Falcao, esse, partiu para Madrid, mas para o Atlético, e o FC Porto começou a nova temporada a perder. Foi frente ao FC Barcelona, é certo, (0x2), na Supertaça Europeia, mas o novo homem do leme, Vítor Pereira, começava da pior forma, e nem o triunfo na Supertaça portuguesa sobre o Vitória de Guimarães por 2x1 apagou isso.

O ano termina com o FC Porto em 1.º no campeonato de mãos dadas com o Benfica. Mas pelo caminho já ficou a Taça de Portugal - com derrota pesada em Coimbra por 3x0 - e sobretudo a Liga dos Campeões. Nuvens cinzentas num ano que será sempre recordado pela Luz sem «luz», o voo de Falcao em Dublin e a prova de que os sonhos nem sempre são para se cumprir.

Num balanço geral e numérico do ano civil, nos 62 jogos realizados, o FC Porto venceu 45 encontros, empatou oito e perdeu nove. Vítor Pereira, por exemplo, perdeu quatros desses nove.

 

 
Fonte: Zerozero

 

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