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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

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Steve Jobs fez o mundo em 20 anos

07.10.11 | adamirtorres

Embora ele não tenha inventado directamente muitas coisas, Jobs era mestre em associar ideias, arte e tecnologia de maneira a inventar reiteradamente o futuro. Desenhou o Mac depois de perceber o poder das interfaces gráficas de uma forma que a Xerox foi incapaz de fazer, e criou o iPod depois de entender a felicidade que é termos mil músicas no bolso de um modo que a Sony, que tinha todos os meios e a tradição para o fazer, nunca conseguiu perceber. Alguns líderes são inovadores por compreenderem o contexto global. Outros fazem-no por controlarem os pormenores. Jobs fazia ambas as coisas, implacavelmente. 

O resultado foi ter revolucionado seis indústrias: os computadores pessoais, os filmes de animação, a música, os telefones, os tablets e a edição digital. Podemos até acrescentar uma sétima: as lojas de venda a retalho, que Jobs não revolucionou, mas reinventou. Ao longo deste percurso, não só criou produtos transformadores, mas também, à segunda tentativa, uma empresa duradoura, marcada pelo seu ADN, cheia de designers criativos e engenheiros ousados capazes de fazer avançar a visão dele. 


Jobs tornou-se o maior empresário da nossa era, aquele que certamente será mais recordado daqui a um século. No panteão da História ficará ao lado de Edison e de Ford. Mais do que qualquer outro dos seus contemporâneos, ele fez produtos completamente inovadores, combinando o poder da poesia e dos processadores. Com uma ferocidade que podia fazer com que trabalhar com ele fosse uma coisa tão perturbadora como inspiradora, construiu também aquela que se tornou, pelo menos durante parte do último mês, a empresa mais valiosa do mundo. E conseguiu integrar nela as sensibilidades do design, o perfeccionismo e a imaginação que provavelmente a tornarão, mesmo daqui a décadas, a empresa mais bem sucedida no cruzamento da arte com a tecnologia.

 

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