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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

Quem não marca sofre. (Resumo)

24.02.11 | adamirtorres

Vencer o Sevilha seria ouro sobre azul para o FC Porto. Nas horass e dias anteriores ao jogo, as notícias sobre as marcas que os dragões e Villas-Boas poderiam alcançar caso saíssem do Dragão com um triunfo. Apesar da eventual euforia, o técnico portista optou por manter os pés bem assentes na terra e lembrou que o que interessava mais era seguir em frente na prova. E mais, alertou para o perigo que o Sevilha representava. A época não estava a ser boa e o jogo do Dragão ia significar tudo para os espanhóis.


Villas-Boas tinha razão. Os adeptos deram-lhe razão durante o jogo. Apesar de o FC Porto ter tido sempre o jogo controlado, o Sevilha marcou aos 71 minutos e deixou os dragões à beira de um ataque de nervos. Não tanto porque o golo foi marcado por Luís Fabiano, o mesmo que durante uma época só marcou três golos pelos dragões, mas porque um golo mais bastaria para o FC Porto ficar de fora da Liga Europa. Por culpa própria, deve acrescentar-se.
É verdade que Kanouté deu o primeiro sinal de aviso logo aos três minutos, num remate com a parte de fora do pé a lembrar Quaresma, mas a partir daí tudo aconteceu do lado contrário. Belluschi e Moutinho eram mais fortes no meio-campo e Fernando Navarro tinha dificuldades para travar Hulk. Do outro lado, Varela fugiu uma vez e cruzou para um cabeceamento de Falcao à barra que deixou os adeptos com as mãos na cabeça.


Na segunda parte, mais do mesmo. O tempo estava a favor dos dragões, mas os jogadores estavam avisados que o mínimo deslize poderia ser fatal. E esse deslize aconteceu mesmo, numa atmosfera de pesadelo. Primeiro, Hulk falhou o golo isolado, depois Luís Fabiano marcou e, para cúmulo, Alvaro Pereira foi expulso por Howard Webb com o vermelho directo.