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O ADN

Janeiro 25, 2011

adamirtorres

O ADN é um ácido nucleico que contém informações genéticas que especificam o desenvolvimento biológico de todo o tipo de organismos celulares e a maior parte dos vírus.

 

O ADN é frequentemente referido como a molécula da hereditariedade pois é responsável pela descendência genética. Nos humanos, os genes são responsáveis, entre outros, pela cor do cabelo e pela susceptibilidade às doenças. Durante a divisão celular, o ADN é replicado e pode ser transmitido através da reprodução. Estudos podem ser feitos com base nos factos de que o ADN mitocondrial vem apenas da mãe e que o cromossoma Y só vem do pai. O ADN de cada um, o seu genoma, é herdado do pai e da mãe. O ADN mitocondrial da mãe, juntamente com 23 cromossomas de cada progenitor é combinado, de forma a formar o ovo fertilizado. Como resultado, excepto certas excepções, a maior parte das células humanas contém 23 pares de cromossomas, juntamente com o ADN mitocondrial herdado da mãe.

 

A análise de ADN é usada por exemplo para determinação de paternidade, em criminologia ou em doenças hereditárias.

No caso das doenças hereditárias, toda a pessoa com um parente em primeiro ou segundo grau com uma doença hereditária ou cancerosa, corre o risco de sofrer deste tipo de doença, sendo estes do primeiro grau pais, filhos, irmãos e do segundo grau, primos, tios, avós ou netos.

O único meio de determinar se alguém é possuidor deste tipo de doença, é ao realizar um exame ao ADN, através de uma simples colheita de sangue, mas deve ser realizado num laboratório de análises clínicas, que disponha do equipamento necessário para efectuar os estudos de ADN, no que respeita a esta doença.

 

Infelizmente, muitas doenças, ainda que possam ser detectadas pelo rastreio genético, não têm cura, é o caso do cancro da mama, que está associado a dois genes diferentes, embora nem todas as mulheres com mutação desenvolvam esta doença, uma mulher ao saber que tem uma predisposição genética, esta pode reduzir as probabilidades de vir a desenvolver a doença.

 

O rastreio genético, pode ainda ajudar por exemplo uma criança que dependa de um transplante para viver, para qual não existe dador compatível, pode ser salva pelo nascimento de um irmão ou irmã, portador dos genes certos, para que isto aconteça têm de ser fertilizados diversos óvulos in-vitro, e testar a sua constituição genética e implantar o embrião compatível no útero da mãe.

 

A análise de ADN, é o teste mais moderno para a determinação da paternidade, considerando-se 99% seguro, é também utilizado em criminologia, na tentativa de esclarecer a participação de uma pessoa suspeita num determinado crime, o ADN ou impressão digital, é uma técnica de identificação de um indivíduo, pelo sangue, sémen e de fios de cabelo.

 

Nos casos dos testes de paternidade, é comparado as bandas de segmentos de ADN da mãe e do suposto pai, com o padrão do ADN da criança, a mãe e filho têm bandas muito coincidentes, já que a criança tem metade da origem da mãe, as partes restantes são do pai, basta então comparar as bandas de origem paterna para saber se é o pai ou não.

 

Os filhos podem também herdar algumas características hereditárias dos pais, como por exemplo, há um gene responsável pela cor do cabelo ou pela cor dos olhos, forma do nariz, etc., para cada característica é herdado um gene do pai e outro da mãe, mas acontece que existem genes dominantes e genes recessivos.

Por exemplo:

 

O gene dominante (cabelo preto), predomina na primeira geração, sobre o gene recessivo (cabelo louro), mas este irá aparecer na segunda geração.

Quer dizer, que mesmo que o pai tenha o cabelo preto, os filhos podem nascer com cabelo, louro, ruivo, castanho, em função dos genes dos parentes de segundo grau (avós).

No caso da escolha do sexo do bebé, hoje os casais já podem fazer a escolha do sexo dos seus filhos, mas mesmo assim pessoalmente sou a favor e opto pelo método natural, todo o processo da gravidez, a ansiedade de saber o sexo do meu bebé, é mais emocionante do que fazer a escolha.

 

A determinação do sexo do bebe, é determinado pela presença nas células de dois cromossomas especiais, que se designam um pela letra X e outro pela letra Y.

Qualquer ser humano, com excepção para alguns casos nomeadamente na síndroma de Down, tem 46 cromossomas em cada uma das suas células.

Destes cromossomas, dois determinam o sexo do bebé, como já referi dos cromossomas sexuais um é sempre X (feminino) e outro pode ser X ou Y (masculino), se no acto da fecundação os dois cromossomas forem XX, o bebé será uma menina, se for XY o bebé será um menino.

 

As análises de ADN, também podem ser feitas através das células bucais (saliva), mas não há diferença entre o ADN da saliva e do sangue, uma vez obtido o ADN, realiza-se o estudo genético com os mesmos marcadores, este método, ajuda as pessoas que têm medo da agulha ou dificuldades para colher sangue, principalmente nos bebés, com a mesma confiança e precisão do exame feito com as amostras de sangue.

Como já referi, as amostras também podem ser extraídas a partir de amostras biológicas, como o cabelo, sémen, etc., mas somente em casos de investigação criminal

 

Adamir Torres


 

 


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