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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

Liga Zon Sagres em números

28.06.11 | adamirtorres

31
Número de equipas das principais ligas europeias que foram campeãs sem derrotas (segundo uma contabilidade da Lusa) e que o FC Porto de André Villas-Boas integrou esta temporada. Até ao momento, o Benfica era o único representante português (1972-73). Desde 2001, apenas cinco conjuntos tinham alcançado o feito: Shakhtar Donetsk; Arsenal, Dínamo de Kiev, CSKA de Sófia e Sparta de Praga.

53,4
Percentagem dos golos de Hulk e Falcao no total do FC Porto no campeonato. Os dois avançados foram responsáveis por 39 dos 73 golos da equipa (uma média de 2,43 por partida), com 23 e 16, respectivamente. Hulk acabou por sagrar-se o melhor marcador da prova.

123
O número-recorde de golos marcados em um campeonato, que continua a pertencer ao Sporting. O feito foi alcançado na temporada de 1946-47, a melhor de sempre na história do clube (Ver texto principal). A última vez que um campeão ultrapassou a barreira dos cem golos verificou-se na temporada de 1972-73, com o Benfica invicto de Jimmy Hagan: 101. Os “encarnados” são ainda a equipa que alcançou um título com menos golos, na remota temporada de 1937-38, marcando apenas 34 nas 14 jornadas disputadas (no mesmo ano, os 67 apontados pelo Sporting valeriam apenas o terceiro lugar).

16
Os golos sofridos pelo FC Porto, de longe a equipa menos batida da Liga, com uma média de 0,53 por encontro. Os “dragões” sofreram quase metade dos golos dos segundos menos batidos da prova: Benfica, Sporting e Nacional, todos com 31 golos. Na história do campeonato português, o FC Porto continua também a ter o recorde de campeão com menos golos sofridos (11 golos na temporada de 1991-92) com Carlos Alberto Silva no comando técnico, numa média de 0,32 por encontro. E é ainda o recordista absoluto de menos golos sofridos, apesar de não vencer o título: nove golos nas temporadas de 1979-80 e de 1983-84, numa média de 0,3 por jogo. Valeu apenas o segundo lugar.

 

Fonte: Publico


Maior supercomputador do mundo é japonês

28.06.11 | adamirtorres

 

O Japão conseguiu chegar ao topo da lista dos maiores supercomputadores com o K, uma máquina capaz de fazer 8.2 quadriliões de cálculos por segundo

O supercomputador japonês foi criado pela Fujistu e está instalado no Instituto Avançado Riken para Ciências Computacionais, situado na cidade de Kobe.

K, assim se chamada o supercomputador, é agora o detentor do primeiro lugar do ranking semestral dos supercomputadores, criado pelo investigador norte-americano Jack Dongarra.

De acordo com o investigador da Universidade do Tennessee em Knoxville, o supercomputador japonês tem uma capacidade de cálculo semelhante à de um milhão de computadores ligados.

Citado pelo Daily Telegraph, o investigador define o K como «uma máquina bastante impressionante», que ocupa 672 compartimentos, consome a mesma energia do que cerca de 10 mil casas e custa 10 milhões de dólares por ano aos seus criadores.

O segundo maior supercomputador do mundo é o chinês Tianhe-1A, que tem uma capacidade de cálculo na ordem dos 2.5 quadriliões de cálculos por segundo.

O Japão não liderava a lista dos supercomputadores desde 2004.

 

Fonte: Sol


Programa do XIX Governo

28.06.11 | adamirtorres

I.Confiança, Responsabilidade, Abertura 

II. O Desafio da Mudança 

III. Finanças Públicas e Crescimento 

IV. Cidadania e Solidariedade

V. Política Externa, Desenvolvimento e Defesa Nacional 

VI. O Desafio do Futuro

 

 

 

 

 

I.Confiança, Responsabilidade, Abertura

 

O XIX Governo Constitucional apresenta aos Portugueses, através da Assembleia da República eleita no passado dia 5 de Junho, o seu programa para a legislatura. Suportao uma maioria coerente e estável que saberá crescer da sua matriz originária para o País. A principal preocupação do Governo traduz-se em assegurar a total consonância do seu programa com as aspirações e as necessidades dos Portugueses no momento difícil que atravessamos.

Por outro lado, o Governo não pode deixar de salientar a circunstância de cerca de 85 por cento dos deputados eleitos para a Assembleia da República por uma amplíssima maioria dos Portugueses representarem partidos que subscreveram o Memorando de Entendimento estabelecido com a Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o Fundo Monetário Internacional. Este facto garante o indispensável apoio político e social ao cumprimento escrupuloso de todas as suas metas, calendários e objectivos.

Torna-se por isso obrigatório o regresso, tão breve quanto possível, a uma trajectória sustentável das contas públicas que dê lastro a uma economia próspera e criadora de emprego a médio prazo. Ou seja, rigor e firmeza nas finanças públicas para o crescimento económico, a promoção do trabalho, a competitividade empresarial e a inclusão social.

O programa do Governo assenta em cinco pilares fundamentais, a saber, o Desafio da Mudança, as Finanças Públicas e o Crescimento, a Cidadania e a Solidariedade, a Política Externa, Desenvolvimento e Defesa Nacional e, por fim, o Desafio do Futuro. A todos eles subjazem princípios orientadores indeclináveis sustentados no superior interesse nacional.

Nada se fará sem que se firme um pacto de confiança entre o Governo e os Portugueses, numa relação de abertura e responsabilidade que permita ao País reencontrar-se consigo próprio. O Governo desenvolverá uma relação adulta com os Portugueses por forma a superar a cultura dos paternalismos e das dependências, estimulando, em contrapartida, uma cultura da responsabilidade e da abertura. Tal supõe a constante promoção dos valores que constituem o código genético do nosso regime democrático e a vocação para uma via reformista e de progresso centrada nas pessoas concretas, nos seus problemas e ambições.

O programa do Governo reflecte amplamente o mandato que recebeu para a mudança. Trata-se de mudar com realismo e coragem, isto é, sem falácias ideológicas que escondem sempre falsos desígnios. Pelo contrário, o desígnio do Governo é um compromisso com a cidadania, com a solidariedade, com a iniciativa e com a criatividade.

O Governo pugnará por uma sociedade mais cosmopolita e liberta das tentações periféricas que as mais de três décadas de democracia não conseguiram afastar plenamente e que, entre outros aspectos, se evidenciaram na estagnação económica, no abandono do País por parte de tantos que nele não encontraram as oportunidades que desejavam, assim como na sua crescente marginalização relativamente aos centros de prosperidade e de progresso do mundo globalizado.

O Governo assume neste programa um registo de combate sereno e determinado às injustiças. Temos a noção de que Portugal é em muitos planos, e não obstante os progressos realizados, uma sociedade injusta e desigual. As políticas aqui enunciadas visam tornar mais móvel a estrutura social, correspondendo assim a uma das promessas mais nobres do regime democrático, em conjugação com a preservação das instituições basilares do Estado social e com o aumento da sua eficácia.

Nas opções no domínio da Educação é notório o propósito não só de dotar os Portugueses de competências e aptidões sólidas, mas também de contribuir para o desenvolvimento das qualidades intelectuais e humanas que lhes permitam com confiança participar, quer a título individual, quer como comunidade, nos grandes processos históricos de globalização económica, cultural e científica.

Os sistemas institucionais – da Administração Pública ao “Estado Paralelo”, da Justiça à Saúde, da Cultura ao Emprego, do Equipamento Social à Terra – nem sempre se revelaram à altura das necessidades colectivas. A tarefa do Governo é, também, a de credibilizar interna e externamente as instituições públicas, colocando-as ao serviço da cidadania, da solidariedade e do dinamismo económico. Assim o Governo prestigia o País e a sua soberania, quer na ordem interna, quer na ordem externa, honrando todos os compromissos contraídos que são hoje indisputáveis componentes da história do Portugal democrático e europeu.

Este é um programa frugal e realista para quatro anos. Frugal porque pondera as contingências em que assume funções e apela ao esforço de poupança do Estado, das famílias e das empresas. E realista porque o move a ambição de ultrapassar e remover a presente situação de emergência financeira, económica e social que tantos deixou para trás. O programa que apresentamos estriba-se na eminente dignidade da pessoa humana, ponto de partida para quaisquer políticas públicas modernas. E acredita na energia e iniciativa de todos e de cada um para que, com confiança, responsabilidade e abertura, Portugal não falhe.

 

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II. O Desafio da Mudança

 

 

Portugal atravessa hoje uma crise gravíssima que nos coloca, enquanto comunidade, numa das encruzilhadas mais determinantes da nossa história recente. É fundamental que  este  momento  seja  interpretado  como  uma  oportunidade  de  corrigir  erros passados, sem sucumbir à tentação do pessimismo ou da inevitabilidade histórica. Este Programa reconhece que o País vive hoje, em praticamente todos os domínios, uma situação de excepção, a que é preciso acudir com carácter prioritário, com particular destaque para a área social e para o plano financeiro.

A grave situação económica e financeira do País impôs um pedido formal de ajuda externa à Comissão Europeia, ao Banco Central Europeu e  ao Fundo Monetário Internacional. O Memorando de Entendimento acordado entre o Governo português e estas instituições internacionais estabelece um conjunto de medidas exigentes do ponto  de  vista  social e  político.  O  Estado  português  terá  de  cumprir  de  modo escrupuloso  os  compromissos  assumidos  internacionalmente,  condição  necessária para recuperar o crédito externo e regressar ao crescimento e ao emprego. Dada a natureza  estruturante  de  algumas  medidas,  uma  boa  execução  do  Programa representará também a realização de reformas estruturais há muito prometidas aos Portugueses mas sempre adiadas.

Pelo que foi referido, e conhecendo-se a complexidade técnica das disposições, o carácter transversal de parte delas, assim como o exigente calendário de execução, o Governo decidiu criar uma Unidade de Missão para o Acompanhamento do Programa de Ajustamento Económico e Financeiro acordado com a CE/FMI/BCE. A Unidade de Missão estará na dependência directa do Secretário de Estado Adjunto do Primeiro Ministro, sendo extinta no final do período de vigência do Programa de Ajustamento.
Entre outros objectivos, a Unidade de Missão tem a responsabilidade de coordenar, em estreita associação e cooperação com o Ministério das Finanças, e centralizar a comunicação e a partilha de informação com as instituições internacionais envolvidas, monitorizar o cumprimento das medidas e trabalhar com as equipas que em cada ministério são responsáveis pela sua execução.

O pedido de ajuda externa, e os termos em que foi concedido pelas instituições internacionais referidas, constitui o ponto de partida fundamental para a reformulação das nossas finanças públicas. Assim, o Governo garante o cumprimento atento e rigoroso do Memorando de Entendimento. O objectivo do Governo é readquirir a confiança  entretanto  perdida  dos  investidores  internacionais.  Restabelecida  essa confiança, o Governo procurará, num prazo tão curto quanto possível, garantir o regresso do Estado português aos mercados financeiros numa base sólida e relançar o crescimento económico no nosso País. O Governo entende que a austeridade na despesa do Estado, sujeita a modelos de eficiência, virá a constituir, a prazo, uma alavanca  para  a  melhoria  da  produtividade,  para  o  incremento  do  potencial  de crescimento e para a criação de emprego.

Num momento em que todos os sectores da sociedade portuguesa enfrentam novas dificuldades e demonstram a sua capacidade de se adaptar a novas circunstâncias, o nosso sistema político não pode ser uma excepção. O reforço da democracia, da prosperidade e da coesão social exige instituições que propiciem e estimulem a participação, a iniciativa e o empreendedorismo dos cidadãos, e ofereçam ainda um enquadramento  bem  definido,  transparente  e  seguro  para  as  relações  sociais  e empresariais.

Os resultados do modelo de governação existente estão hoje bem à vista: o Estado tem  vivido  claramente  acima  das  suas  possibilidades;  registou-se  um  aumento contínuo  do  seu  peso  e  dimensão;  perdeu-se  competitividade  e  agravou-se exponencialmente o endividamento externo, que atingiu níveis insustentáveis; a nossa imagem internacional degradou-se; os mercados perderam a confiança em Portugal;
as pessoas vivem pior e está em risco não apenas a qualidade de vida das actuais gerações, mas também o futuro das novas gerações e o daquelas que estão por nascer.

 Sem um sistema político eficiente não será possível resolver os graves problemas económicos  e  financeiros  que  enfrentamos.  Mais,  sabemos  que  as  lacunas  de organização  do  sistema  político  tiveram  um  papel  importante  na  origem  destes problemas. O Governo propõe-se melhorar o quadro institucional da vida portuguesa, o que pressupõe um poder político transparente, sujeito a escrutínio efectivo e suscitador de mais e maior confiança. Para o alcançar, o Governo estabelecerá regras claras e iguais para todos, de modo a que as iniciativas e projectos individuais e colectivos possam ser levados a cabo em igualdade de circunstâncias.

 

O Governo tomará iniciativas para que o País tenha um sistema eficaz de combate à corrupção, à informalidade e a posições dominantes, e que seja dotado de um sistema de  regulação  mais  coerente  e  independente.  Aperfeiçoará  o  funcionamento  das instituições e trabalhará para alcançar um sistema de justiça mais célere, mais capaz de garantir direitos e contratos e de reparar a sua violação.

 

O Governo acredita que é possível fazer uma utilização mais eficiente dos recursos, pressuposto absolutamente necessário para preservar e viabilizar a maior parte dos serviços públicos e o exercício das legítimas funções do Estado.

 

Em suma, o Governo compromete-se a desenvolver instituições que propiciem uma vida política, social e económica mais próspera, mais justa e mais livre. Os eixos de acção previstos ao nível do sistema político, das práticas de governação e da regulação são os seguintes:

Emprego e Mercado de Trabalho

 

 

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III. Finanças Públicas e Crescimento

 

 

Nos próximos anos o ajustamento da economia portuguesa terá uma exigência sem quaisquer precedentes históricos recentes. A correcção dos desequilíbrios financeiros externos e internos é a prioridade máxima do Governo. O objectivo primordial é o regresso do País ao financiamento em condições normais de mercado. A par de servir esse grande objectivo este ajustamento inédito servirá para lançar as bases para a promoção de um crescimento económico sustentado, a criação de emprego e a promoção da solidariedade.

 

Neste quadro, o cumprimento dos objectivos e das medidas previstas no Programa de Assistência Financeira acordado com a União Europeia e com o Fundo Monetário Internacional terá precedência sobre quaisquer outros objectivos programáticos ou medidas específicas, incluindo apoios financeiros, benefícios, isenções ou outro tipo de vantagens fiscais ou parafiscais cuja execução se venha a revelar impossível até que a sustentabilidade orçamental esteja assegurada. O Governo adopta como princípio prioritário  para  a  condução  de  todas  as  políticas  que  nenhuma  medida  com implicações  financeiras  será  decidida  sem  uma  análise  quantificada  das  suas consequências no curto, médio e longo prazo e sem a verificação explícita da sua compatibilidade com os compromissos internacionais da República.

 

Todavia, e sem prejuízo do cumprimento escrupuloso das medidas acordadas com o FMI e a União Europeia, o Governo será mais ambicioso na concretização do processo de ajustamento da economia portuguesa e, em particular, dos objectivos e exigências que lhe estão colocados, precavendo-se contra eventuais desenvolvimentos adversos externos e internos. Nesse sentido, serão adoptadas medidas adicionais de carácter estrutural tendentes a garantir o cumprimento e a antecipação das metas a que o País está obrigado e, por essa via, a restaurar a confiança internacional na sua economia.

 

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IV. Cidadania e Solidariedade

 

 

O sistema de Justiça é um pilar do Estado de Direito e uma das funções de soberania fundamentais do Estado que tem como desígnio primeiro o cidadão, na defesa de direitos,  liberdades  e  garantias  e  um  factor  de  eficiência  da  economia,  sendo transversal a sua importância na vida política e social.

 

Importa melhorar a qualidade do Estado de Direito, reforçar a cidadania, dignificar a Justiça e os seus agentes e combater a corrupção, bem como agilizar os sistemas processuais.  As  reformas  a  empreender  só  podem  ser  levadas  à  prática  com o envolvimento  dos  órgãos  de  soberania,  dos  operadores  judiciários  e  respectivas instituições e da sociedade.

 

 

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V. Política Externa, Desenvolvimento e Defesa Nacional

 

 

Portugal tem uma diplomacia competente e segura, com provas dadas nos organismos internacionais, sendo a política externa assente em opções europeias, atlânticas e lusófonas que reúnem largo consenso e têm merecido acordo político consistente.
Sucede que, na situação em que Portugal se encontra, é preciso ir além dos consensos tradicionais; devemos ter a coragem de inovar, procurar consenso e adoptar uma nova prioridade  estratégica  nacional:  uma  fortíssima  diplomacia  económica,  desafio inexorável e inadiável para a recuperação da nossa credibilidade externa, para a atracção  de  investimento  e para a  promoção das empresas, produtos  e  marcas portuguesas no exterior. A promoção da diplomacia económica deve estar no centro e  uma  profissão  altamente  qualificada  no  Estado  e  do  Estado.  Nos  termos anteriormente  previstos,  os  instrumentos  existentes  na  rede  do  Ministério  dos Negócios Estrangeiros serão envolvidos no novo modelo de promoção e atracção do investimento e da internacionalização da economia portuguesa.

 

A política externa deve orientar-se para a recuperação da reputação financeira, do prestígio internacional e para o fomento da actividade económica com o exterior, potenciando  as  nossas  exportações,  apoiando  a  internacionalização  das  nossas empresas e a captação de mais investimento directo estrangeiro.

 

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VI. O Desafio do Futuro

 

 

A Educação é uma área que determina, de forma indelével, o nosso futuro colectivo.
Só se obtêm resultados com determinação e rigor, com a cooperação dos pais, professores e alunos e com a criação de um ambiente de civilidade, trabalho, disciplina e exigência. Assim, as soluções preconizadas visam, face à realidade das escolas portuguesas, qualificar os nossos alunos e desenvolver a sua formação cívica.

 

O Governo assume a Educação como serviço público universal e estabelece como sua missão a substituição da facilidade pelo esforço, do laxismo pelo trabalho, do dirigismo pedagógico pelo rigor científico, da indisciplina pela disciplina, do centralismo pela autonomia.

 

A necessidade de melhorar a qualidade do que se ensina e do que se aprende, com vista à concretização de metas definidas, assenta na definição de uma estratégia que permita a criação de consensos alargados em torno das grandes opções de política educativa. Para o conseguir, é fundamental estabelecer um clima de estabilidade e de confiança nas escolas.

 

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(Programa do XIX Governo Constitucional)

 


Morto pelo calor dentro do carro do pai

28.06.11 | adamirtorres

É um caso chocante: um menino de 4 anos morreu anteontem, domingo, o dia mais quente do ano, asfixiado de calor, fechado dentro do carro, à porta de casa. Aconteceu em S. Tomé de Covelas, freguesia de Baião, distrito do Porto, durante uma festa de família. A comunidade está em choque, mas o caso pode agora levantar investigação do Ministério Público. Em causa estará actuação parental negligente. Era domingo de festa, o irmão mais velho fazia 8 anos, vieram primos, tios e tias e amigos da família e eram 28 ao todo a almoçar na casa de pátio da Rua do calvário, em S. Tomé de Covelas, freguesia que fica no fundo do vale do concelho de Baião, e que é a mais distante do seu centro de distrito, a 94 quilómetros do Porto. Era o dia mais quente do ano e o sol ardeu acima dos 40 graus.

Ler a notícia completa » (Jornal de Notícias)


Torta de laranja - As minhas Receitas

28.06.11 | adamirtorres

- 10 ovos

- 2 laranjas

- 500g de açúcar

- 1 cálice de vinho do porto

- 1 colher de chá de farinha maizena

- Envolvem-se os ovos inteiros com o açúcar, junta-se o sumo das laranjas que pode previamente ter sido misturado no vinho do porto. Vai a cozer em tabuleiro muito bem untado e polvilhado. Coze em forno médio. Quando cozida vira-se sobre um pano polvilhado com açúcar para ser enrolada.

 

 

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Brigadas de Incêndio

27.06.11 | adamirtorres

Quando trabalhava na empresa António Alves frequentei um curso de Brigadas de Incêndio, onde aprendi como agir em caso de emergência. Durante o curso tivemos formação teórica e prática. Aprendemos a utilizar os extintores, as suas características e qual devemos utilizar, pois existem vários tipos de extintores consoante a situação de fogo que tenhamos pela frente. Aprendemos também como nos devemos proteger em caso de incêndio, como evacuar as pessoas que se encontrem no local do sinistro para um local seguro e a utilizar as bocas-de-incêndio. Vimos que medidas devemos tomar em função do sector que esteja em perigo. Nas aulas práticas aprendemos a utilizar as ferramentas de combate a incêndio (agulhetas, agulhetas de espuma, junções de mangueira, etc.), que equipamentos devemos utilizar, fizemos também exercícios com botijas de gás, extinção por abafamento, aprendemos também quais eram o nossos limites e quando devíamos parar e esperar pelos bombeiros.


A maior árvore do mundo

26.06.11 | adamirtorres

Numa encosta, no Parque Nacional de Redwood em São Francisco, um bosque perto da Califórnia, E.U.A. contêm 3  das mais altas árvores da Terra, inclusive a árvore mais alta do mundo com o nome de Hiperião “Hyperion”. Uma homenagem a um dos titãs da mitologia grega. É a planta mais alta do mundo. É o ser vivo mais alto do mundo. É uma sequóia de 115,5 metros equivalente a um prédio de 30 andares, maior que a estátua da Liberdade (96 metros) e que o  Cristo Redentor (37 m). O incrível é que esta sequóia mais alta do mundo pode ter mais de 4 mil anos de vida e não para de crescer.

 

 

Ler a notícia completa » (Vacafria.com)


A dois meses do grande duelo

26.06.11 | adamirtorres

O FC Porto está precisamente a dois meses do grande duelo com o todo-poderoso Barcelona, na decisão da Supertaça Europeia, este ano com um 'sabor ibérico'.

Agendada para 26 de Agosto, no Stade Louis II, no Mónaco, a competição coloca frente-a-frente o vencedor da Liga dos Campeões e o campeão da Liga Europa da última temporada, para ver quem sucede ao Atlético de Madrid na galeria de vencedores.

Ler a notícia completa » (Sapo Desporto)


Vettel some e segue

26.06.11 | adamirtorres

O Alemão da Red Bull-Renault conquistou neste domingo a sexta vitória da temporada, em oito corridas, ao triunfar no Grande Prémio da Europa, em Valência, Espanha.

O campeão em título partiu da “pole” e liderou de princípio a fim, aumentando ainda mais a vantagem no mundial de pilotos, somando agora 186 pontos, mais 77 do que os segundos classificados, o britânico Jenson Button (McLaren-Mercedes) e o seu companheiro de equipa, o austriano Mark Webber.

Ler a notícia completa » (Publico)

 


Estudo entregue à troika propõe fecho de 800 km de linha férrea

26.06.11 | adamirtorres

Documento feito, à revelia da Refer, pelo anterior Governo do PS deixa a rede ferroviária circunscrita basicamente ao eixo Braga-Faro, Beira Alta e Beira Baixa. Restantes linhas seriam amputadas ou desapareceriam.

 

A concretizar-se, será uma razia idêntica à do fim dos anos de 1980, quando Portugal encerrou 800 quilómetros de linhas de caminho-de-ferro, sobretudo no Alentejo e em Trás-os-Montes. O Governo de José Sócrates propôs à troika o encerramento de 794 quilómetros de vias-férreas, também com particular incidência no Norte e no Alentejo, mas desta vez incluindo algumas linhas do litoral, como a própria Linha do Oeste, que seria encerrada entre Louriçal e Torres Vedras (127 quilómetros).

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