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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

Multado por guiar burra embriagado

05.10.10 | adamirtorres

O agricultor que há uma semana foi apanhado a conduzir embriagado uma carroça puxada por um burra, na EN 17, em Celorico da Beira, foi ontem, quinta-feira, condenado, em processo sumário, a pagar 450 euros de multa. Pena pode ser substituída por trabalho comunitário.

Jorge Rodrigues, de 34 anos, agricultor, foi condenado pelo Tribunal Judicial de Celorico da Beira a uma pena de 90 dias de multa, à razão de cinco euros por dia, por ter sido apanhado a 11 de Agosto a conduzir o veículo de tracção animal com uma taxa de alcoolemia de 2,85 g/l no sangue.

O valor mínimo da multa aplicada, que totaliza 450 euros, teve em conta, segundo a juíza de turno que ditou a sentença, a situação social do arguido e o facto de ser primário. Foi-lhe ainda aplicada, como pena acessória, a inibição de conduzir qualquer veículo motorizado por um período de sete meses.

A pena exclui a proibição de o arguido guiar a carroça puxada pela burra, o meio de transporte que mais utiliza, pese embora ter licença, segundo o próprio, para conduzir tractores e motociclos.
Neste caso, a juíza Cláudia Jesus, que considerou ?muito grave? o crime pelo qual o agricultor ia acusado, aconselhou-o a nunca pegar num veículo, seja ele a motor ou de tracção animal, depois de ter bebido. ?Venda a burra se ela for uma tentação?, desafiou.

Bebeu por estar chateado

Jorge Rodrigues, residente em Salgueirais, concelho de Celorico da Beira, percorreu, ontem, cerca de oito quilómetros sem carroça e sem burra, para ir ouvir a sentença do tribunal. “Fizémos a viagem a pé, debaixo de uma torreira, e só parámos para comer um bocado de pão com chouriço empurrado por pinga de água”, relatou Conceição, mulher do arguido.

Jorge Rodrigues, que sofre de ataques epilépticos, reconheceu perante o tribunal ter cometido os factos que lhe valeram a acusação por um crime de condução em estado de embriaguez. E assumiu que recusou a contra-prova da alcoolemia proposta pelas autoridades.
Porque conduzia embriagado? “Andei todo o dia a trabalhar a seco (sandes) e a beber. Ao jantar bebi mais vinho. Depois começaram a chatear-me e abalei com a carroça”, relatou.

A juíza lembrou ao arguido a gravidade do crime que cometeu, e avisou-o de que não o quer ver mais no tribunal. Se tal acontecer mais vezes, advertiu-o que poderá ir parar à cadeia.
O advogado oficioso do arguido, Sérgio Marques, vai pedir a substituição da pena de multa por trabalho em favor da comunidade. Em Setembro, no entanto, Jorge Rodrigues volta a sentar-se no banco dos réus, para responder por outro crime semelhante.


Lamborghini Sesto Elemento

05.10.10 | adamirtorres

A Lamborghini revelou que o Sesto Elemento possui chassis monobloco, sub-chassis dianteiro, suspensão, painéis exteriores, todo o interior (incluindo bancos e tablier) e jantes são em fibra de carbono, obtida a partir de um novo processo para o qual a marca italiana criou até uma nova fábrica.

O sistema funciona com um empacotamento em vácuo do material semelhante à fibra de carbono e uma prensagem de 80 toneladas. O processo dura menos de 10 minutos e deixa de lado a necessidade de cozedura a elevadas temperaturas e durante um longo período de tempo. O carbono obtido denomina-se forjado e é muito mais barato que o obtido de carbono com base de resina. Isso permite então democratizar a sua utilização.


O Sesto Elemento pesa apenas 999 kgs e graças ao motor V10 de 570 CV consegue um desempenho só ao alcance de modelos como o Bugatti Veyron: 0-100 km/h em 2,5 segundos e velocidade máxima próximo dos 350 km/h. O comportamento será referencial graças à tracção integral.


Para os responsáveis da Lamborghini, esta nova tecnologia é um passo importante para o futuro da sua gama, apostando muito no baixo peso que permite menores emissões e consumos contidos.


Contador ameaça abandonar

04.10.10 | adamirtorres

A vida não está fácil para Alberto Contador e o ciclismo debate-se, mais uma vez, com um caso de doping, desta feita no vencedor do Tour. O espanhol anunciou que caso não seja tudo de “forma favorável e justa”, pode abandonar a modalidade.

“Hesitarei muito em voltar a sentar-me numa bicicleta», sublinhou Contador, que tem afirmado estar inocente. Apesar desta ameaça, acrescentou que pretende “começar a preparar a nova época”.

Na última quinta-feira, Contador foi provisoriamente suspenso, depois de um resultado de um controlo antidoping realizado no Tour ter dado positivo para clenbuterol. A defesa do espanhol alega que se deveu a contaminação alimentar, de carne estragada. No entanto, o jornal francês L’Équipe revela que a análise detectou igualmente partículas de plástico específico, como o usado nos sacos de sangue, deixando a suspeita de que o ciclista, três vezes vencedor da Volta a França, poderá ter adoptado a auto-transfusão como forma de ocultar a dopagem.


Beira Mar-Sporting, 1-1 (crónica)

04.10.10 | adamirtorres

E vão quatro. Já são quatro os jogos seguidos que o Sporting leva sem ganhar na Liga, cinco ao todo. Mas pior do que isso são os 12 pontos esbanjados até agora pelos comandados de Paulo Sérgio, que tiveram de ouvir os protestos dos adeptos no final de mais uma exibição perdulária depois de um resultado fantástico para a Liga Europa. Como tal, os de Alvalade continuam no 10º lugar, um pouco acima do adversário desta segunda-feira, e se chegar a uma competição da UEFA já começa a ser complicado, que dizer do título?

Na primeira vez que o técnico leonino repetiu um onze - que melhor equipa para copiar senão a que goleou o Levski ? - , ficou provado que os leões se dão mal nas competições internas. Quem agradeceu foi o Beira Mar, que teve em Rui Rego um guarda-redes intransponível, e continua imbatível em casa. Leonardo Jardim, na sua ainda curta carreira, que só agora atingiu a liga principal, ainda não tinha defrontado o Sporting mas acabou por não se dar mal e arrecadou o primeiro ponto diante de um «grande».

Paulo Sérgio é que continua a não ser feliz em Aveiro, por onde teve uma passagem conturbada em 2008, nem tão-pouco diante das ex-equipas. Depois do Paços de Ferreira (derrota por 1-0) e do Olhanense (empate, 0-0), agora foram os auri-negros que travaram o jovem técnico.

Aveirenses atrevidos

O Beira Mar não prestou vassalagem ao leão. Começou bem a partida, com atrevimento, mas os de Alvalade foram mais acutilantes. Guiados por um Postiga anti-crise, os sportinguistas assenhoram-se da partida e foram empurrando os anfitriões com ameaças cada vez mais reais. O internacional português, de regresso à Selecção pela mão de Paulo Bento, visou, inclusive, o poste esquerdo da baliza de Rui Rego na melhor ocasião da primeira parte, deixando o aviso para a iminência do golo.

A bola acabou mesmo por entrar numa das balizas, mas foi na de Rui Patrício, traído pelo efeito caprichoso de um livre frontal de Renan, umas das unidades mais produtivas dos aveirenses. A equipa da casa não teve, contudo, muito tempo para gozar a vantagem. Volvidos três minutos, Postiga (quem mais haveria de ser?) rouba uma bola a Hugo e serve João Pereira para um golo fácil.

Paulo Sérgio demorou a mexer na equipa e, com isso, mantinha-se o estado de coisas: o Sporting pressionava, Hélder Postiga rematava e Rui Rego defendia. Tão previsível como as saídas de Salomão e Matías Fernandez para as entradas de Valdés e Saleiro. Respondeu Leonardo Jardim com Alex Maranhão e Wilson Eduardo, refrescando o ataque. O jovem internacional emprestado justamente pelo Sporting teve, mal entrou, uma boa oportunidade mas precipitou-se no remate.

Patício tirou mas também deu

Com Rui Rego a negar todas as tentativas leoninas, percebeu-se que só mesmo num lance caprichoso, que nunca chegou, é que o Sporting poderia sair do jogo com a vitória. Os espaços começavam a sobrar atrás e Leonardo Jardim, que deu mobilidade ao sector avançado, meteu a equipa a explorar, e bem, o contra-ataque.

Os leões desesperavam e a forma como Saleiro atrapalhou Vukcevic, aos 84 minutos, numa das últimas ocasiões, foi o paradigma desta equipa ao longo da partida. E se não fosse Rui Patrício, num par de situações ou o desperdício de Wilson Eduardo, mesmo no final, nem um ponto teriam levado de Aveiro...


FC Porto cede primeiros pontos no campeonato na visita a Guimarães

04.10.10 | adamirtorres

O FC Porto ainda só conhecia o sabor da vitória neste início de época, mas isso acabou esta segunda-feira. Na visita ao Vitória de Guimarães, a equipa de André Villas-Boas não conseguiu obter o 12.º triunfo consecutivo ao ceder um empate 1-1.

A equipa azul e branca entrou bem na partida e aos 30’ chegou à vantagem. Hulk tirou dois adversários do caminho e rematou cruzado, com o pé direito, para o fundo da baliza de Nilson, apontando o seu sexto golo na Liga. Pouco depois, aos 39’, João Moutinho podia ter feito o segundo, mas a bola rematada pelo médio passou a centímetros do poste.

Com a vantagem do FC Porto ao intervalo, os “dragões” pareciam encaminhados para mais uma vitória, mas a equipa de Manuel Machado encarregou-se de interromper a série vitoriosa da formação orientada por Villas-Boas. O Vitória de Guimarães foi crescendo e, sem surpresa, restabeleceu o empate. Aos 64’, o marroquino Faouzi beneficiou de um erro de Fucile, isolou-se e diante de Helton fez o empate.

O defesa uruguaio do FC Porto não esteve feliz e pouco depois, aos 79’, acabou mesmo por ser expulso. Fucile viu o segundo amarelo e consequente cartão vermelho, deixando os “dragões” reduzidos a dez jogadores. André Villas-Boas acabou também por ser expulso do banco de suplentes na sequência desse lance.

Com este empate, o FC Porto interrompe a série vitoriosa, passando a somar 19 pontos. Os “dragões” seguem isolados no comando do campeonato, com sete pontos de vantagem sobre o Benfica e dez sobre o Sporting.


Villas-Boas "Queremos continuar a somar"

03.10.10 | adamirtorres

O FC Porto conta com uma série de 11 vitórias seguidas e lidera isoladamente o campeonato nacional.

O treinador do FC Porto, André Villas-Boas, conhece as dificuldades que esperam

a equipa azul-e-brancana deslocação a Guimarães mas assegura que os dragões

querem continuar a somar vitórias.

"Admiro o Vitória de Guimarães e o Manuel Machado pela facilidade com que

ele organiza rapidamente as suas equipas.

Mostrou isso em Braga, na Académica, no Nacional e em Guimarães tem feito a mesma coisa,

tem-no demonstrado.

É um treinador com uma taxa de sucesso elevada.

Em Guimarães é preciso ter em conta factor emocional",

afirmou o técnico do FC Porto na antevisão do jogo com o Vitória de Guimarães.

André Villas-Boas afirmou que as vitórias trazem confiança à equipa

e que o grupo não vai relaxar com a série de 11 vitórias consecutivas.


Naval-P.Ferreira (crónica), 1-2

03.10.10 | adamirtorres

Ainda não foi este domingo que a Naval quebrou a «maldição» de não conseguir ganhar em casa, já lá vão seis meses e meio. Agora comandados pelo «bombeiro» do costume, Fernando Mira, os figueirenses até começaram bem, colocaram-se em vantagem e pareciam ter o jogo controlado, mas perderam-no nos primeiros minutos da segunda parte, quando o Paços de Ferreira, até então praticamente inofensivo, surgiu transfigurado. Em comum, nos melhores momentos de cada equipa, esteve o facto de jogarem a favor do vento mas tentar explicar o que se passou nas quatro linhas com recurso a este facto atmosférico seria leviano.

Os donos da casa mostraram a ansiedade típica de quem ocupa os fundilhos da classificação, não conseguiram lidar com a vantagem no marcador e, quando, deram por ela, já estavam a perder. A equipa mostra problemas em todos os sectores, falta-lhe confiança e soluções, sobretudo no ataque, onde Fábio Júnior não pode fazer tudo. Para o Paços, foi a vitória que lhe fugia desde a primeira jornada, quando derrotou o Sporting, e, com estes três pontos, a equipa respira mais folgadamente, a meio da tabela. Para a história fica ainda o primeiro triunfo dos «castores» na Figueira em jogos a contar para o Campeonato

Naval até começo bem

A Naval mostrou cedo ao que vinha. Com uma predisposição atacante que ainda não se tinha visto esta época, os figueirenses foram encostando o Paços de Ferreira às cordas mas parecia faltar-lhes algo no último terço do terreno. Havia boas ideias, o jogo fluía até às imediações da baliza de Cássio só que Fábio Júnior não podia fazer tudo sozinho, apesar de, só ele sozinho, ter chegado para meter a defesa pacense em sentido em meia-dúzia de ocasiões.

O golo de João Pedro acaba por ser um pouco o paradigma daquilo que a equipa fizera até então. O mérito da jogada é todo de Fábio Júnior, que passa por Samuel - não arriscou para não ver um segundo amarelo - e arranca um centro/remate já dentro da área que parecia condenado a ser cortado por Cohen mas o paraguaio deixa escapar a bola perante a ameaça de João Pedro e o jovem extremo não se fez rogado! Desta vez, o brasileiro «fugitivo» teve o apoio adequada e tudo deu certo.

Os donos da casa até poderiam ter «matado» o jogo pouco depois, mas Hugo Machado hesitou em plena «carreira de tiro» e ainda houve um golo anulado a Orestes devido a falta atacante de Rogério Conceição. Do lado do Paços a réplica era muito pouca e resumia-se às iniciativas de David Simão e aos remates de Nélson Oliveira.

Um Paços do outro mundo

Os «castores» tiveram um início de segunda parte de sonho. Sem Samuel e David Simão, mas com Maikon em Rondon em campo, este último só precisou de um minuto para restabelecer o empate, de cabeça. Mais três minutos e os forasteiros consumavam a «cambalhota» no marcador num livre em que a barreira navalista abriu e Nélson Oliveira, com um remate fortíssimo, bateu Salin sem apelo.

Por uns minutos, que pareceram intermináveis para os da Figueira, o Paços de Ferreira, completamente transfigurado, sufocou o adversário, não só fez dois golos como coleccionou uma série de oportunidades suficientes para garantir, logo ali, os três pontos. De repente, os papéis estavam invertidos e era a Naval que quase não conseguia chegar à baliza de Cássio ou então não ia além de remates à figura.

Enquanto isso, os homens de Rui Vitória passaram a jogar em contra-ataque e foi até Salin quem salvou várias vezes a equipa de uma derrota mais pesada. Sintomático. Fernando Mira continua a não conseguir ganhar sempre que dá início a mais uma «comissão de serviço» mas, mais do que isso, ficou provado que a Naval precisa, urgentemente, de um treinador


Mau tempo faz estragos em todo o país

03.10.10 | adamirtorres

A chuva e vento fortes que se têm sentido desde a madrugada de hoje já provocaram dezenas de quedas de árvores e inundações nos distritos de Viana do Castelo, Porto, Braga e Aveiro. Até agora este é o balanço: mais de 160 inundações, 135 quedas de árvores, 29 quedas de estruturas e sete deslizamentos de terras. No Porto, uma das árvores que caiu bloqueou parte da via na Avenida Marechal Gomes da Costa, perto da Fundação de Serralves, disse à Lusa uma fonte Sapadores Bombeiros do Porto, acrescentando que os bombeiros têm sido alertados também para entupimentos de caleiras e infiltrações de água. De acordo com fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro do Porto, por volta das 10:30, estavam em curso operações de remoção de árvores em Paredes, Santo Tirso e Maia e de resolução de inundações em Gaia, Matosinhos e Trofa. Ainda em Gaia, a fachada de um edifício caiu sobre vários automóveis, mas segundo os bombeiros ninguém ficou ferido. A queda da fachada do edifício terá sido provocada pelos fortes ventos e chuva que se fazem sentir em todo o litoral norte. O acidente ocorreu por volta das 11:00, na Rua António Rodrigues da Rocha, junto à Rotunda de Santo Ovídeo.
Em Viana do Castelo, os concelhos mais atingidos são os de Caminha, Viana e Ponte de Lima, mas há também ocorrências em zonas mais afastadas do litoral. “Há algumas inundações de habitações, pelas garagens e varandas, e quedas de árvores, mas de pequeno porte”, afirmou os bombeiros, acrescentando que não há ainda registo de danos humanos.
O mau tempo também está a dificultar a vida aos milhares de fãs que estão em Coimbra para o concerto dos U2. As zonas norte e poente do estádio Cidade de Coimbra, onde a banda actua a partir das 21:30, estavam ao início da tarde de hoje praticamente desertas, devido ao mau tempo. O temporal chegou mesmo a fazer alguns estragos na estrutura de apoio aos concertos montada no exterior do recinto. Na área de restauração do ‘staff’, em frente à igreja de São José, parte da rede de protecção tombou e junto aos postos de controlo de bilhetes há grades arrastadas pelo vento.
Quatro distritos do litoral norte estão hoje sob aviso laranja e oito estão "pintados" a amarelo, devido às previsões do Instituto de Meteorologia (IM) que apontam para a ocorrência de chuva e vento forte.
De acordo com a informação disponibilizada pelo site oficial do IM, Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro estão sob aviso laranja, o terceiro mais grave de uma escala de quatro, o que significa uma situação meteorológica de risco moderado a elevado.
Os restantes distritos do norte e centro de Portugal Continental estão, por seu lado, com aviso amarelo, o segundo mais grave, o que significa uma situação de risco para a realização de determinadas actividades dependentes das condições meteorológicas.
Os distritos sob aviso amarelo são Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Coimbra, Castelo Branco, Leiria e Portalegre.
Segundo o IM, as previsões para as regiões norte e centro são de céu muito nublado ou encoberto, com a nebulosidade a diminuir de intensidade a partir da tarde e a chuva a cair forte, a norte do sistema montanhoso Montejunto-Estrela, em especial no Minho e Douro Litoral, passando depois a regime de aguaceiros a partir da tarde.
O vento será de sudoeste, moderado a forte (20 a 45 km/h), soprando forte a muito forte (45 a 60 km/h) no litoral e nas terras altas, com rajadas até 100 km/h, e rodando para noroeste a partir do final da tarde.
Na região sul, o céu apresentar-se-á igualmente muito nublado, com a nebulosidade a diminuir ao final do dia, assim como períodos de chuva a partir da manhã, diminuindo depois de frequência e intensidade.
O vento de sudoeste moderado (15 a 35 km/h) soprará temporariamente forte (35 a 50 km/h), com rajadas até 80 km/h a partir do início da manhã e até ao final da tarde, em especial no litoral e nas terras altas.
Relativamente ao estado do mar, na costa ocidental a norte do Cabo Carvoeiro as ondas serão de oeste com três a quatro metros, passando a ondas de noroeste com quatro a cinco metros.
Na costa ocidental a sul do Cabo Carvoeiro, as ondas serão de noroeste com dois a três metros, passando a ondas de oeste com três a quatro metros e com a temperatura da água do mar a rondar os 17 graus Celsius e os 19º.
Na costa sul, as ondas serão inferiores a um metro, transformando-se depois em ondas de sudoeste com 1,5 a 2,5 metros e com a temperatura da água a chegar aos 20º.
O IM adverte ainda para ligeira subida da temperatura mínima e descida da máxima em todo o país, com o Porto a chegar aos 19º, 21º em Lisboa, 22º em Faro, 24º em Ponta Delgada e 26º no Funchal.


E vão 11 vitórias para o Dragão insaciável

01.10.10 | adamirtorres

Vencer é só o que este FC Porto de André Villas-Boas parece saber fazer. Na Bulgária,

os dragões deram continuidade à dezena de triunfos já alcançados e foram sempre

superiores a um CSKA Sófia esforçado mas pouco ameaçador.

Com quatro novidades no onze – Sapunaru, Maicon, Souza e Rodriguez -,

o FC Porto começou a vincar desde cedo a sua qualidade e podia ter marcado logo aos 5’,

por Hulk, mas o guardião M’Bolhi fez a primeira de várias defesas providenciais.

Autoritário e sólido, o FC Porto controlou toda a primeira parte, sem precisar de criar muitas ocasiões de golo.

Aliás, o tento surgiu na primeira oportunidade flagrande,

com Falcao a não desperdiçar uma assistência sublime de Hulk.

O colombiano arranca no limite do fora-de-jogo e desvia de forma certeira e subtil.

Estavam decorridos 16’ e o jogo parecia querer dizer que o vencedor já estava encontrado.

O CSKA Sófia tentou esboçar uma reacção, mas foi sempre incipiente nos primeiros 45 minutos,

não conseguindo desarmar a máquina bem oleada de Villas-Boas,

que mostrou sempre estar muito segura de si,

independentemente das várias mudanças no onze.

Ao cair do pano sobre a primeira parte,

os dragões estiveram perto do golo por três vezes (Hulk, Falcao e Rodriguez),

mas tanto desperdício veio a causar alguns calafrios no segundo tempo.

Depois de um bom ensaio em jeito de Falcao (48’), com a bola a rasar o poste,

o FC Porto tirou o pé do acelerador e somou algumas desconcentrações que podiam ter deitado

tudo a perder num jogo que estava totalmente sob o seu controlo.

O CSKA quase marcou aos 51’, 70’ e 73’, sempre através de cabeceamentos de Platini,

Trecharichi e Sheridan, que eram sinónimo da maior propensão ofensiva dos búlgaros,

aproveitando o menor fulgor neste período. Curiosamente,

isso coincidiu com as saídas de Hulk e Falcao,

com o ritmo portista a baixar um pouco.

Todavia, o FC Porto acordou a tempo de não se deixar surpreender e ‘abafou’ a

reacção do CSKA com nova atitude pressionante,

onde se destacaram as actuações de João Moutinho, Souza e Rodriguez.

O segundo golo acabou por não chegar, mas o FC Porto segurou a vantagem até ao apito final,

dando mais um passo rumo à fase seguinte da Liga Europa.

E vão 11 triunfos para este Dragão com fome de vitórias…



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