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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

Rampa Capital do Móvel

31.07.10 | adamirtorres
 

Rampa Capital do Móvel em estreia -

 

 

Mesmo com o rótulo de extra Campeonato Portugal de Montanha, a 1ª Rampa Capital do Móvel/Paços de Ferreira tem todos os argumentos para vingar. Com aspirações a ocupar em 2011 o lugar da rampa espanhola que não gozou das preferência dos pilotos portugueses, esta rampa situada na Serra da Agrela (a 15 km do Porto) apresenta um traçado interessante com 4020 metros de extensão, 24 curvas, uma inclinação média de 4,39% e um desnível de 180 metros, para o qual a organização garante estarem reunidas todas as condições de segurança.

 

Situada na EN 105, entre o km 1,300 e o km 5,320, a rampa nortenha deverá reunir muito público, estando, para já, confirmadas de 30 equipas, número que poderá subir ainda mais, sabendo-se que as inscrições são gratuitas. Entre os pilotos já confirmados, destaque para o líder do CPM, Paulo Ramalho, mas também para Luís Pedro Magalhães e Duarte Ferreira que estrearão em Portugal os curiosos Mitjet.

 

Horário

 

31 Julho, Sábado
Início dos treinos oficiais 15h30

 

1 Agosto, Domingo
Início dos treinos oficiais 10h00
Início das subidas de prova 11h00


 


Escavações arqueológicas no Monte Padrão – Santo Tirso

27.07.10 | adamirtorres

 

 

O Gabinete Municipal de Arqueologia de Santo Tirso está  a dar continuidade às escavações arqueológicas no Monte Padrão, Freguesia de Monte Córdova, Concelho de Santo Tirso, trabalhos que se prolongam, ininterruptamente, desde 1990.  

Durante este mês e o próximo, Julho e Agosto, respectivamente, este projecto de investigação está a ser desenvolvido na vertente da face leste do Castro com o objectivo de documentar o sistema defensivo e estruturas complementares e respectiva evolução crono-estratigráfica. Os trabalhos contam com a colaboração de quatro alunos do curso de Assistente de Arqueologia da Escola Profissional de Arqueologia do Marco de Canaveses sob coordenação de Álvaro Moreira, o responsável científico por este projecto financiado na totalidade pela Câmara Municipal de Santo Tirso. 

Em paralelo, têm vindo a desenvolver-se acções de manutenção, conservação e musealização do Castro, simultaneamente, com actividades de carácter pedagógico implementadas no Centro Interpretativo do Monte Padrão (CIMP). Exemplo disso é a exposição “A mulher romana nas moedas do Museu de Vila Real”, patente no CIMP até ao dia 12 de Setembro de 2010. 

Classificado como Monumento Nacional desde 1910, o Castro de Monte Padrão foi escavado pela primeira vez na década de 50 do século passado, por Carlos Faya Santarém. Em 1986 a Câmara Municipal de Santo Tirso deu início a um conjunto de acções com o propósito de promover a protecção, estudo e valorização da estação arqueológica. Para garantir o apoio sustentável às actividades relacionadas com o Castro do Monte Padrão – seja o desenvolvimento disciplinar da Arqueologia no âmbito da gestão do recinto de que as ruínas são o núcleo fundamental, seja a divulgação dessa memória arqueológica junto da comunidade – a Câmara Municipal inaugurou em Abril de 2008, o Centro Interpretativo de Monte Padrão (CIMP), equipamento cultural construído de raiz e no qual foram investidos mais de 500 mil euros.



Paços de Ferreira

23.07.10 | adamirtorres

Foi elevada a sede de concelho em 6 de Novembro de 1836 e à categoria de Cidade em 20 de Maio de 1993.

Esta pequena cidade encontra-se organizada em torno de dois centros principais.

O primeiro núcleo central, mais antigo, é formado pela Praças Dr. Luís e 25 de Abril e pela Praceta de Santa Eulália.

Nesta última, está situada a Igreja Matriz, situada numa peculiar colina.

 De origem incerta, este templo é o local de devoção por excelência dos pacenses.

De notar que, da referida colina, podemos desfrutar de uma bela vista panorâmica,

já que, a partir daí, se consegue observar grande parte do concelho,

nomeadamente a parte mais ocidental (Seroa e Serra da Agrela, Meixomil, Penamaior e Eiriz).

Na parte central da Praça Dr. Luís, pode observar-se o Jardim Municipal, datado de 1892,

onde merece particular destaque o tri-centenário carvalho alvarinho, o ex-líbris da cidade pacense.

No jardim é ainda possível observar a estátua do Dr. Leão de Meireles,

uma das personalidades mais importantes dos primórdios do concelho de Paços de Ferreira.

Mais abaixo, a Praça 25 de Abril é dominada pelo edifício dos antigos Paços do Concelho,

inaugurado em 1918, onde funciona actualmente o Museu Municipal e o Posto de Turismo.

Defronte da escadaria principal deste edifício, aparece, embora discretamente,

 o Pelourinho de Paços de Ferreira, único monumento da cidade com a categoria de Património Nacional.

Na parte central da praça, marca presença a estátua de D. Sílvia Cardoso,

famosa benemérita pacense que abdicou de grande parte da sua riqueza para se dedicar à ajuda dos mais necessitados.

 

 

 


 



 



Citânia de Sanfins - Paços de Ferreira

19.07.10 | adamirtorres

A Citânia de Sanfins é uma das estações arqueológicas mais significativas da cultura castreja do Noroeste peninsular e

da Proto-história europeia. A vasta panorâmica sobre toda a região de Entre-Douro-e-Minho, que dela se abrange,

terá sido factor estratégico determinante do desenvolvimento deste importante povoado.

A observação das suas áreas de influência permite questionar a formação deste “lugar central” no

quadro da rede de povoamento castrejo regional.

Tudo indica ter sido escolhido, na sequência da campanha militar de Décimo Júnio Bruto (138-136 a.C.)

até à ocupação romana do Noroeste (29-19 a.C.), como capital dos povos Calaicos, dos Brácaros,

situados na margem direita do Douro. Este sítio era já conhecido,

tendo sido detectados elementos vestigiais mais antigos.

Suspeita-se de um fundo pré-histórico do período calcolítico e achados de escavações

documentam ter sido habitado por uma pequena população

entre os sécs. V e III a.C. na parte superior da colina,

identificável com a unidade étnica dos Fidueneas epigrafada no “Penedo das Ninfas”(fase I).

 

O grande aglomerado da Citânia, terá resultado, porém, da congregação (sinecismo) de diversas

comunidades limítrofes por motivos estratégicos sequentes à campanha de Décimo Júnio Bruto,

desempenhando, então, o lugar de capital regional (fase II).

Tendo-se transformado num castro reduzido, simples aldeia, kóma, segundo Estrabão,

com a conquista do Noroeste pelos exércitos de Augusto,

ocupava apenas a plataforma limitada pela muralha central,

onde se procedeu a uma profunda reestruturação urbana em função do fomento da actividade metalúrgica (fase III).
Com as reformas flavianas praticadas na região, terá entrado num período de declínio,

com uma população cada vez mais diminuta a cultivar os campos das imediações,

até ao seu abandono em meados do séc. IV (fase IV).

O cemitério cristão implantado na sua acrópole e a capela de S.Romão

que se lhe sobrepunha documentam uma fase datada da Baixa Idade Média (fase V),

já sem qualquer relação de carácter cultural com a Citânia a não ser como reconhecimento de uma ancestralidade,

de que estes traços de natureza religiosa são a melhor evocação.

Diversas notícias históricas, desde há muito,

se reportam mais ou menos directamente à Citânia de Sanfins,

delas se destacando as referências de D. Jerónimo Contador de Argote nas suas Memorias

para a historia ecclesiastica do arcebispado de Braga (1734),

do Diccionario geografico (1758) do P. Luiz Cardozo e

do romance O segredo do abade (1864) de Arnaldo Gama.

Campo privilegiado de investigação desde os tempos pioneiros da Arqueologia nacional,

atraindo para estudo sistemático grandes vultos e instituições da cultura portuguesa e estrangeira,

cumpre referir sobretudo o interesse de F. Martins Sarmento e J. Leite de Vasconcelos e,

em especial, a actuação da equipa de Eugénio Jalhay e Afonso do  Paço e seus colaboradores,

posteriormente continuada por docentes e

nvestigadores da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que,

com o esforço de numerosas e sucessivas campanhas,

tornaram a Citânia de Sanfins numa das mais prestigiadas estações arqueológicas peninsulares.


 

     

 

 

 

 

 


 

 

 

 



Earth Water

14.07.10 | adamirtorres

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Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.

A água embalada Earth Water é o único produto no mundo

com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR),

revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.

A  nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak,

do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners,

do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.

Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de Earth Water

diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais

ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando,

de água potável.

Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.

 

http://earth-water.org/

 

 "Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas 80% são crianças.

A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água.

Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras.

Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone"  pretende-se criar solução para a falta de água mundial.

 

AJUDE! DIVULGUE!  

 

Obrigado                                          


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