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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

“O juiz viu meu corpo e ficou com inveja” - Mario Balotelli

Um dia depois de marcar dois golos e eliminar a Alemanha do Europeu, Balotelli seguiu sendo notícia nesta sexta-feira pelo o que fala. Esbanjando ironia, o atacante italiano explicou porque não comemorou os golos na semifinal em Varsóvia.
“O carteiro comemora quando entrega a carta? É meu trabalho, por que vou comemorar?”, disse o italiano do Manchester City, onde também colecciona polémicas.
Após o segundo golo na Alemanha, Balotelli tirou a camisa e contraiu os músculos. A “não comemoração” valeu um cartão amarelo pelo árbitro, que acabou alvo do atacante.
“O juiz viu meu corpo e ficou com inveja”, disse um dos artilheiros da Euro, com três golos, empatado com o croata Mario Mandzukic, o russo Dzagoev e o alemão Gomez, eliminado pela Itália.


Mario Balotelli: como cresceu o órfão Barwuah

Mario Balotelli já é um dos protagonistas do Campeonato da Europa e no próximo domingo pode escrever o final mais feliz de uma história fantástica de um «miúdo» que foi abandonado pelos pais à nascença e que tem demorado a crescer.
Uma história que começa a 12 de agosto de 1990, na Sicília, onde nasceu o pequeno Barwuah, em Palermo, no bairro de Borgo Nuovo, filho de Thomas e Rose Barwuah, dois emigrantes do Gana. Os pais foram à procura de melhor sorte na cidade de Bagnolo Mella, na província de Brescia, e abandonaram o recém-nascido no hospital onde cresceu rodeado de médicos e enfermeiros até aos dois anos. Em 1993, o tribunal de menores entregou-o para adoção e passou a viver com a família Balotelli de Concesio, na província de Brecia e, já com o nome de Mário, foi criado juntamente com os outros três filhos do casal. Os irmãos mais velhos, Giovanni e Corrado, tiveram forte influência na entrada do pequeno Mário no mundo do futebol e acabaram por tornar-se procuradores do promissor delfim da família.

 

«Se alguém me atirar bananas na rua, acabo na prisão, porque mato-o»

Balotelli: «Sou mais homem do que o Peter Pan»
Começou a dar os primeiros pontapés no Lumezzane, da Série C, e chegou à equipa principal com apenas quinze anos. Em 2007 assinou com o Inter e estreou-se na equipa principal com 17 anos, substituindo David Suazo na vitória sobre o Cagliari. A jogar ao lado de Luís Figo, saltou para as primeiras páginas dos jornais quando marcou dois golos na Taça de Itália na vitória sobre a Reggina (4-1). Com mais dois golos frente à Juventus (3-2), na mesma competição, passou definitivamente a figura pública, conquistando a confiança de Roberto Mancini. Em 2008, passou a jogar ao lado de Ibrahimovic, marcou o primeiro golo na Série A, conquistou o «scudetto» e foi decisivo na conquista da Supertaça, frente à Roma, num jogo em que rendeu Figo.

Ler artigo completo:

ITÁLIA e EURO-2012 - Mario Balotelli: como cresceu o órfão Barwuah - Maisfutebol.iol.pt


Subsídio de desemprego passa a exigir 12 meses de descontos

Prazo de garantia vai descer de 15 para 12 meses e abrange situações anteriores de desemprego.

A partir da próxima semana, o subsídio de desemprego vai estar acessível a um grupo mais amplo de desempregados. A prestação vai chegar a contratados que trabalharam (e descontaram) durante cerca de 12 meses quando, até aqui, eram necessários 15 meses de contribuições. E esta regra também inclui pessoas que já perderam o posto de trabalho, confirmou o Diário Económico junto de fonte oficial.
Portanto, a partir de Julho, os desempregados que descontaram para a Segurança Social durante um período que varia entre 360 e 450 dias (nos últimos 24 meses anteriores ao desemprego) também podem receber a prestação.

Ler artigo completo:

Subsídio de desemprego passa a exigir 12 meses de descontos | Económico


Portugal vs Espanha - O dia seguinte

A imprensa internacional elogiou na quarta-feira a seleção portuguesa de futebol, apesar da eliminação nas meias-finais do Euro2012 de futebol, frente à campeã europeia Espanha.
«O sonho de Ronaldo no Euro 2012 morreu no drama dos penáltis», titula o tabloide britânico Sun, que elogia a exibição da seleção portuguesa, à qual faltou o «toque matador para enviar a Espanha para casa».
O jornal inglês critica ainda a opção portuguesa de deixar o capitão português para o fim na cobrança das grandes penalidades: «Incrivelmente, Ronaldo nem teve a hipótese de bater o quinto penalti por ter sido colocado em último lugar na lista de marcadores. Erro elementar difícil de entender numa meia-final de campeonato europeu».
O diário desportivo italiano Gazetta dello Sport também destacou a decisão de deixar Cristiano Ronaldo para o fim da lista de marcadores dos penáltis.
«Fàbregas marcou o quinto penálti para a Espanha e assim Ronaldo não pôde bater o seu. É sempre uma péssima ideia meter o teu melhor marcador no último lugar da lista, sobretudo quando o adversário começa a série de penaltis», lê-se no diário transalpino.

 

Imprensa estrangeira elogia exibição portuguesa - SAPO Desporto

Portugal despede-se do Euro no Donbass Arena - Sapo Desporto

 

 


Portugal 0-0 Espanha (2-4 nas grandes penalidades) resumo

Portugal perdeu (2-4) com a Espanha nas grandes penalidades e falha a final do Euro 2012.

Os ferros da baliza escolheram Espanha e a campeã da Europa vai ter oportunidade de renovar o título, em Kiev. Portugal, que durante o torneio nunca contou com a ajuda dos postes, voltou a ver a sorte devolvida ao remetente. Bruno Alves foi contrariado pela trave, Fàbregas abençoado pelo poste direito (4-2 nos penáltis). Foram os dois últimos remates da primeira meia-final e, cada um à sua maneira, contribuiu para resolver um duelo que prometia durar até ao amanhecer.

Como se esperava, a Espanha teve mais posse de bola (57% contra 43%, segundo a estatística oficial da UEFA), fazendo uso da sua arte na circulação: o famoso (e agora, às vezes, contestado) tiki-taka. Portugal jogou mais na expectativa. Paulo Bento foi capaz de povoar o meio-campo, de coordenar as peças com precisão cirúrgica e, desse modo, anular os pés de Iniesta ou as fissuras que Xavi costuma infligir nas defesas adversárias. Neste particular, João Moutinho funcionava como um boomerang, capaz de ir e vir num piscar de olhos.

 

FICHA DE JOGO

EURO 2012: Meias-finais
Donbass Arena, Donetsk (Ucrânia)
Árbitro: Cuneit Çakir (Turquia)

PORTUGAL
Rui Patrício; João Pereira, Bruno Alves, Pepe e Fábio Coentrão; Miguel Veloso (106'), João Moutinho e Raúl Meireles (112'); Cristiano Ronaldo, Hugo Almeida (80') e Nani.
Suplentes: Eduardo, Beto, Miguel Lopes, Ricardo Costa, Rolando, Custódio (106'), Rúben Micael, Hugo Viana, Ricardo Quaresma, Silvestre Varela (112') e Nélson Oliveira (80').
Seleccionador: Paulo Bento.

ESPANHA
Iker Casillas; Alvaro Arbeloa, Gerard Piqué, Sergio Ramos e Jordi Alba; Sergio Busquets e Xabi Alonso; David Silva (61'), Xavi Hernández (86') e Andrés Iniesta; Alvaro Negredo (54').
Suplentes: Victor Valdés, Pep Reina, Raul Albiol, Javi Martínez, Juanfran, Pedro Rodríguez (86'), Cesc Fabregas (54'), Juan Mata, Fernando Llorente, Santi Cazorla e Jesus Navas (61').
Seleccionador: Vicente Del Bosque.

DISCIPLINA: Sergio Ramos (amarelo, 40'), Fábio Coentrão (amarelo, 45'), Sergio Busquets (amarelo, 60'), Pepe (amarelo, 62'), João Pereira (amarelo, 64'), Arbeloa (amarelo, 83'), Bruno Alves (amarelo, 85'), Miguel Veloso (amarelo, 93'), Xabi Alonso (113').

 

 

 

A final ficava bem a esta equipa

Portugal 0-0 Espanha (2-4 nas grandes penalidades)

"É frustrante", diz Cristiano Ronaldo

"Perder assim é triste"

Sergio Ramos atirou o foguete e Casillas apanhou a cana

Ao minuto: Portugal-Espanha

Euro 2012

Fàbregas deu a estocada rumo à final (0x0; 2x4)

Moutinho: «Fomos superiores»

EuRonaldo: Capitão «triste» com a sorte lusitana

Dos 23 escolhidos por Paulo Bento, sete não jogaram no Euro 2012

Portugal a Leste do Paraíso

Grande penalidade desperdiçada por Bruno Alves...

Euro 2012 Portal

Adeus português no drama dos penáltis

Cristiano Ronaldo: "Foi falta de sorte na lotaria dos penáltis"

Euro 2012 JN

Resumo II


Código do Trabalho: Indemnizações

Passa a haver três modelos de compensação por despedimento.

a) Os contratos celebrados depois de Novembro de 2011 (data da entrada em vigor do novo regime das compensações em caso de despedimento) terão direito a receber uma indemnização equivalente a 20 dias de salário por cada ano de “casa”, até ao limite máximo de 12 retribuições base e diuturnidades ou 240 salários mínimos (116.400 euros).

b) Já os contratos celebrados antes daquela data mas que, em caso de despedimento ainda não chegariam ao limite dos 12 salários, ficam sujeitos a duas regras: recebem 30 dias por cada ano de casa até à entrada em vigor da nova lei; e entram no ritmo de 20 dias por cada ano, até atingir os referidos limites.

c) Os contratos mais antigos, para casos de 20 ou 30 anos de antiguidade na empresa, manterão o valor (e as regras de cálculo da indemnização) a que teriam direito quando entrarem em vigor as novas regras. Mas mesmo que permaneçam na empresa, já não acumularão mais tempo para efeitos da compensação.

 

Fonte:

http://www.dinheirovivo.pt/


Código do Trabalho: Banco de horas

O empregador e o trabalhador podem acordar diretamente a prestação de trabalho em regime de banco de horas sem que isso tenha de passar pela negociação coletiva, pelo sindicato e pela comissão de trabalhadores. "O regime de banco de horas pode ser instituído por acordo entre o empregador e o trabalhador, podendo, neste caso, o período normal de trabalho ser aumentado até duas horas diárias e atingir 50 horas semanais, tendo o acréscimo por limite 150 horas por ano". A instituição do banco de horas grupal também é facilitada, bem como o alargamento deste regime a toda uma empresa.

 

Fonte:

http://www.dinheirovivo.pt/

 


Código do Trabalho: Folgas

O diploma anula ainda "as disposições de instrumentos de regulamentação coletiva de trabalho e as cláusulas de contratos de trabalho celebrados antes da entrada em vigor da presente lei que disponham sobre descanso compensatório por trabalho suplementar prestado em dia útil, em dia de descanso semanal complementar ou em feriado". A lei suspende por "dois anos, a contar da entrada em vigor da presente lei" os "acréscimos de pagamento de  trabalho suplementar superiores aos estabelecidos pelo Código do Trabalho". Isto é, todo o pagamento de horas extra previsto em casos especiais ou de exceção cai.


Fonte: 

http://www.dinheirovivo.pt


Código do Trabalho: Horas extraordinárias

O chamado trabalho suplementar (em dias de folga e feriados) serão pagos pela metade face ao que acontecia até agora. Passa a ser 25% da retribuição pela primeira hora ou fração desta e 37,5 % por hora ou fração subsequente, se estivermos a falar de dias úteis; e 50 % por cada hora ou fração, no caso de dias de descanso semanal, obrigatório ou complementar, ou de feriados.

A lei suspende ainda por "dois anos, a contar da entrada em vigor da presente lei", os contratos coletivos e as cláusulas dos contratos de trabalho que prevejam o pagamento de "retribuição do trabalho normal prestado em dia feriado, ou descanso compensatório por essa mesma prestação, em empresa não obrigada a suspender o funcionamento nesse dia".

 

Fonte:

http://www.dinheirovivo.pt/


Código do Trabalho: Extinção de posto de trabalho

 O diploma facilita bastante esta modalidade, deixando cair o critério da antiguidade (o trabalhador mais antigo era normalmente protegido e tinha prioridade no acesso a posto de trabalho alternativo.

Agora, desde que "o empregador demonstre ter observado critérios relevantes e não discriminatórios face  aos objetivos subjacentes à extinção do posto de trabalho" "considera-se que a subsistência da relação de trabalho é praticamente impossível".

O trabalhador pode recorrer e pedir uma ação inspetiva, mas o rol de motivos evocados que podem ser producentes passa a ser mais amplo, colocando mais poder do lado do empregador. Cabe ao empregador encontrar unilateralmente os “critérios relevantes” para dizer quais os postos de trabalho a eliminar.

 

Fonte:

http://www.dinheirovivo.pt/


Dez regras do Código do Trabalho que vão mudar

Menos quatro feriados, três dias de férias. Cortes nas horas extra e nas indemnizações são algumas das alterações em vigor a 1 de Agosto.
As alterações ao Código do Trabalho foram publicadas hoje em Diário da República e vão entrar em vigor a 1 de Agosto. Com as novas regras, os portugueses vão poder contar com horas extra mais baratas, mudanças no despedimento e mais dias de trabalho. Mas os cortes nas férias e feriados só surtem efeito em 2013. Saiba tudo o que muda na vida dos trabalhadores portugueses.

Menos feriados adiado para o próximo ano
O fim de quatro feriados só vai entrar em vigor a partir de 2013. Em causa estão dois feriados civis (5 de Outubro e 1 de Dezembro) e dois religiosos (Corpo de Deus e 1 de Novembro) que dependiam da negociação da Concordata. Foi essa negociação que ditou que os feriados religiosos ficassem suspensos apenas por cinco anos. Este prazo não ficou definido nasalterações à lei mas o Governo assumiu o compromisso de reavaliar o acordo com a Santa Sé findo esse período.

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Dez regras do Código do Trabalho que vão mudar | Económico


Código do Trabalho: Inadaptação

Passa a ser mais fácil e barato despedir individualmente já que o novo CT flexibiliza o conceito de inadaptação. O empregador deixa de estar obrigado, como até aqui, a dar uma segunda oportunidade (um posto de trabalho compatível) ao trabalhador. O patrão tem de fundamentar as razões que levam a despedir, mas pode evocar mais motivos para o conseguir fazer.

A lei permite agora despedir se ocorrer "modificação substancial da prestação realizada pelo trabalhador, de que resultem, nomeadamente, a redução continuada de produtividade ou de qualidade, avarias repetidas nos meios afetos ao posto de trabalho ou riscos para a segurança e saúde do trabalhador, de outros trabalhadores ou de terceiros, determinados pelo modo do exercício das funções e que, em face das circunstâncias, seja razoável prever que tenham caráter definitivo".

Também pode haver inadaptação "caso tenha havido introdução de novos processos de fabrico, de novas tecnologias ou equipamentos baseados em diferente ou mais complexa tecnologia, a qual implique modificação das funções relativas ao posto de trabalho".

 

Fonte: Dinheiro Vivo


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