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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

"Bem-Vindo" Arturo Alvarez

O avançado Arturo Álvarez, internacional de El Salvador, que jogava na Major League Soccer (MLS), vai representar o Paços de Ferreira até ao final da época, confirmou o diretor desportivo do clube da Liga portuguesa, Carlos Carneiro.

Álvarez, de 26 anos e com dupla nacionalidade (nasceu nos Estados Unidos, mas representa El Salvador), joga a ala ou na posição "10" e terminou a época no Real Salt Lake, terceiro classificado na MLS.

"[O Álvarez] Já me tinha sido indicado há algum tempo, tem uma capacidade técnica acima da média, o que nos permite pensar que será uma mais-valia. No fundo, será mais um que vem para ajudar", disse Carlos Carneiro.

O futebolista, de 1,75 metros, chega a Portugal na terça-feira e vai assinar contrato por quatro meses, até ao final da época, ficando a formação pacense com direito de opção.

 

Fonte: Record

 


Lucho González e Janko no FC Porto

O médio argentino Lucho González e o avançado austríaco Marc Janko vão ser jogadores do FC Porto, apurou o PÚBLICO.

O FC Porto ainda não confirmou os negócios, nem os comunicou à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), mas o Marselha já anunciou que "chegou a acordo para a transferência definitiva do médio argentino para o clube português". "A transferência será oficializada nas próximas horas", acrescenta o site oficial do clube francês, sem falar em valores.

Com a saída de Lucho, o Marselha prossegue a política de redução salarial, poupando 400 mil euros mensais com o argentino, que, no entanto, vai ganhar menos no Dragão.

Lucho González, de 31 anos, vai regressar ao FC Porto, duas épocas e meia depois de ter trocado o clube portista pelo Marselha, num negócio em que os franceses pagaram 18 milhões de euros à cabeça e estavam previstos outros montantes pela performance desportiva.

O jornal "L'Equipe" avança que o médio argentino já deixou Marselha em direcção ao Porto, para efectuar os habituais exames médicos.

Marc Janko, por sua vez, deixa o Twente, da Holanda, para colmatar a saída de Walter. O ponta-de-lança austríaco, de 28 anos, tem 1,96m de altura, tendo alinhado no Admira Wacker e Salzburgo, antes de se mudar para a Holanda.

 



Fonte: Publico


Galo vence Dragão (Resumo)

O Gil Vicente tirou partido de uma eficácia concretizadora louvável (marcou nos dois primeiros remates e nas duas primeiras oportunidades), mas em tudo o resto soube afirmar-se como uma equipa bem treinada. Foi feliz nalgumas situações, mas fez por isso.

O FC Porto terminou a primeira parte com razões de queixa da arbitragem de Bruno Paixão, que não assinalou um penálti contra o Gil Vicente (Defour foi atingido por Daniel, aos 23’) nem anulou o lance (Pedro Moreira centrou em posição de fora de jogo) que terminou com a grande penalidade (bem assinalada, por braço na bola de Otamendi) que permitiu aos gilistas aumentar a diferença para dois golos mesmo antes do intervalo. No início da segunda parte ficou ainda por assinalar um outro penálti a favor do FC Porto, quando Kléber é derrubado pelo guarda-redes Adriano. Mas a equipa portista deve principalmente queixar-se de si própria. Sofreu três golos, os mesmos que sofreu no conjunto dos sete jogos que leva disputados fora de portas. O 3-0, apontado num contra-ataque aos 52’, praticamente definiu o vencedor.

Vítor Pereira meteu todos os avançados disponíveis, o recém-entrado Belluschi (são muito estranhas as notícias que dão como provável a sua saída, por empréstimo, para o Génova) criou problemas novos ao bem organizado Gil e o FC Porto conseguiu finalmente criar alguns lances de perigo. Mas só reduziu aos 77’, quando o médio argentino assistiu para uma finalização certeira de Varela.

Ficha de jogo
Gil Vicente, 3
FC Porto, 1

Jogo no Estádio Cidade de Barcelos.
Assistência 7.439 espectadores.

Gil Vicente Adriano, Daniel, Cláudio, Halisson, Júnior Caiçara, Rodrigo Galo (Tó Barbosa, 87’), Pedro Moreira, Luís Manuel, Hugo Vieira, Richard (Guilherme, 78’), André Cunha (Mauro, 83’). Treinador Paulo Alves.

FC Porto Helton, Maicon, Álvaro Pereira, Rolando, Otamendi (Danilo, 46’), João Moutinho, James Rodríguez, Souza (Belluschi, 46’), Defour (Rodríguez, 74’), Kléber e Varela. Treinador Vítor Pereira.

Árbitro Bruno Paixão, de Setúbal. Amarelos Otamendi (45’), Defour (45’+3’), Rolando (61’), Belluschi (82’) e Mauro (90’).

Golos 1-0, por Cláudio, aos 15’; 2-0, por Cláudio (g.p.), aos 45’+1’; 3-0, por André Cunha, aos 52’; 3-1, por Varela, aos 78’.

Fonte: Publico


Ei, artista! Não vai voltar a apitar um jogo do Real Madrid esta época

O árbitro espanhol, Fernando Teixeira Vitienes, não vai voltar a apitar um jogo do Real Madrid esta época depois da sua atuação no último “clássico” da Taça do Rei.

De acordo com o diário espanhol ABC, o árbitro que dirigiu o Barcelona 2-2 Real Madrid não volta a dirigir jogos do Real Madrid esta época por decisão do Comité Técnico de Árbitros, que se reuniu esta quinta-feira.

A decisão do organismo presidido por Sánchez Arminio, teve por base, diz o ABC, «a ausência de personalidade do árbitro espanhol» e os «erros técnicos nas situações de possível penalty» assim como «no uso dos cartões».

Fernando Teixeira vai continuar a dirigir jogos da liga espanhola à exceção dos jogos da equipa de José Mourinho, uma situação em tudo semelhante à do árbitro espanhol Clos Gómez, que foi afastado pelo mesmo organismo dos jogos do Barcelona depois de uma polémica com Pep Guardiola.

 

Mourinho chamou «artista» ao árbitro

Árbitro do Barcelona-Real Madrid não volta a apitar a equipa de Mourinho

Casillas e Ramos seguraram o bolo, Mourinho soprou as velas

O técnico português aparece à espera do árbitro Teixeira Vitienes, encostado ao carro do juiz no parque de estacionamento de Camp Nou.

Aqui, Mourinho terá dito as seguintes palavras ao árbitro: «Ei, artista! Como gostas de chatear os profissionais!»

 

 Fonte: Publico, sapodesporto

 


Barcelona e Real Madrid empataram a dois golos (Resumo)

Barcelona e Real Madrid empataram a dois golos, na segunda mão dos quartos-de-final da Taça do Rei, o que garantiu o apuramento para as meias-finais à equipa catalã.

José Mourinho lançou de início um trio de portugueses, Cristiano Ronaldo, Fábio Coentrão e Pepe (o mais assobiado em campo, pela pisadela a Messi), e o Real quase que entrava a ganhar. Logo aos dez segundos, um erro de Piqué deixou Higuaín sozinho perante o guarda-redes Pinto, mas o argentino rematou ao lado. Ainda nos primeiros minutos, Ronaldo desperdiçou nova oportunidade para colocar o Real a ganhar, mas atirou para o lado.

Num grande espectáculo de futebol, o Barça chegou ao intervalo a ganhar por 2-0, graças aos golos marcados por Pedro e Daniel Alves, nos últimos cinco minutos da primeira parte.

No segundo tempo, o Real reagiu da melhor forma e chegou à igualdade, com golos de Cristiano Ronaldo e Benzema, aos 67 e 71 minutos. A equipa de José Mourinho tinha ainda de marcar mais um golo para seguir em frente, mas não conseguiu.

Nos instantes finais, Sérgio Ramos foi expulso, acabando com as esperanças dos merengues. Nas meias-finais, o Barcelona vai defrontar o vencedor da eliminatória entre o Valência e o Levante.

 

Ficha de jogo

Barcelona 2
Real Madrid 2

Jogo em Camp Nou, em Barcelona.

Barcelona
Pinto; Dani Alves, Piqué, Puyol, Abidal; Xavi, Busquets, Iniesta (Pedro, 30’); Messi, Fábregas (Thiago Alcântara, 70’), Alexis (Mascherano, 79’).
Treinador Pep Guardiola.


Real Madrid
Casillas; Arbeloa, Pepe, Sérgio Ramos, Fábio Coentrão; Diarra (Granero, 52’), Xabi Alonso; Ozil, Kaká (Callejón, 61’), Cristiano Ronaldo; Higuaín (Benzema, 61’).
Treinador José Mourinho.

Árbitro Teixeira Vitienes
Amarelos Diarra (25’), Sérgio Ramos (33’ e 88’), Messi (45’+1’), Granero (90’), Pepe (90’+2’).
Vermelho Sérgio Ramos (88’).

Golos
1-0, por Pedro, aos 43’;
2-0, por Dani Alves, aos 45’+3’;
2-1, por Cristiano Ronaldo, aos 68’;
2-2, por Benzema, aos 72’.

 

 

Fonte: Jornal de Notícias, Publico


Paços de Ferreira volta a luta pela manutenção

O Paços de Ferreira volta a respirar na luta pela manutenção, depois de vencer este domingo à tarde o Vitória de Setúbal por 2x1, na 16ª jornada da Liga
ZON Sagres. Na Choupana, vitória do Nacional sobre o Feirense por 2x0.

Na Mata Real, em Paços de Ferreira, os últimos dez minutos foram intensos.
Chegou à vantagem o V. Setúbal, aos 82 minutos, depois de Rafael Lopes surgir a cabecear na sequência de um canto de Zé Pedro.

Em desvantagem, o Paços reagiu de imediato e no minuto seguinte chegou ao empate, por Manuel José, que aproveitou uma confusão na área sadina. Mas Manuel José iria ser ainda mais decisivo, quando aos 91' transformou uma grande penalidade que deu o triunfo à equipa de Henrique Calisto.

Os pacenses somam agora 12 pontos, mantendo-se, no entanto na última posição, agora a dois pontos do Setúbal.

Quadro completo (Jornada 16):

J1622/01Benfica3-1Gil Vicente 27' Cardozo, 73' Rodrigo , 74' Pablo Aimar; 40' Rodrigo Galo
J1622/01FC Porto3-1V. Guimarães 19' Rolando, 46' João Moutinho, 77' (g.p.) James Rodríguez; 59' Faouzi
J1622/01SC Braga2-1Rio Ave 40' Douglão, 43' Hélder Barbosa; 90' (g.p.) Braga
J1622/01P. Ferreira2-1V. Setúbal 82' 90+2' (g.p.) Manuel José; 81' Rafael Lopes
J1622/01Nacional2-0Feirense 42' Dejan Skolnik, 53' Moreno
J1621/01Beira-Mar1-2Marítimo 79' Zhang; 18' Sami, 67' Danilo Dias
J1620/01Académica0-0U. Leiria  
J1623/01Olhanense20:15Sporting
 

FC Porto venceu o Vitória de Guimarães por 3-1 (Resumo)

O FC Porto venceu o Vitória de Guimarães por 3-1, em jogo da 16.ª jornada da I Liga, que se disputou no Estádio do Dragão. Rolando, Moutinho e James marcaram os golos portistas. Depois do triunfo na primeira volta por 1-0, o FC Porto voltou a impor-se perante a formação de Guimarães.

Aos 19 minuto de jogo, o defesa Rolando mostrou aos avançados da equipa como se marca um bom golo. Num passe de James, o defesa português dominou a bola com o peito e rematou para o primeiro golo dos azuis e brancos.

A segunda parte começou com o FC Porto a marcar o segundo no Estádio do Dragão. Desta vez foi a vez do médio João Moutinho, após passe do brasileiro Kléber.
Depois de Toscano ter tentado por duas vezes, Faouzi só precisou de um minuto em campo para marcar o golo vimaranense. Helton não conseguiu segurar a bola num remate de Toscano e, na recarga, o marroquino cabeceou para o fundo das redes.

Ao minuto 75, o árbitro da AF de Lisboa cedeu e marcou uma  a favor do FC Porto. Toscano fez falta sobre James dentro da grande área e foi o próprio extremo colombiano o encarregado de converter a grande penalidade.
 James não falhou.

Ficha de jogo
FC Porto, 3
V. Guimarães, 1

Jogo no Estádio do Dragão, no Porto.
Assistência 34.914 espectadores.

FC Porto Helton, Maicon, Rolando, Otamendi, Álvaro Pereira, Fernando, João Moutinho (Souza, 82’), Defour (Danilo, 66’), James Rodriguez (Beluschi, 82’) Varela e Kléber.
Treinador Vítor Pereira

V. Guimarães Nilson, Freire, João Paulo, Anderson Santana, Alex, El Adoua, L. Olímpio (Pedro Mendes, 56’), Nuno Assis, Toscano (Soudani, 84’), Paulo Sérgio (Faouzi, 56’) e Edgar.
Treinador Rui Vitória

Árbitro Hugo Miguel (Lisboa).
Amarelos Paulo Sérgio (24’), Kléber (55’), Fernando (58’), Anderson Santana (72’), Toscano (75’) e Edgar (80’).

Golos 1-0, por Rolando, aos 19’; 2-0, por Moutinho, aos 46’; 2-1, por Faouzi, aos 59’; 3-1, por James, aos 77’ (g.p.)

 

Vitória só no Porto (Sapodesporto)

Há cultura de futebol nos pés de James (Zerozero)

Caras conhecidas e Danilo (Publico)

 


 


Tudo o que muda no trabalho e competitividade (bancos de horas )

Cortes nas horas extra
O memorando de entendimento, bem como a proposta do Governo, prevêem que as horas extra passem a ser pagas a metade. Mas há outras medidas que podem ter efeitos na retribuição dos trabalhadores. O Governo pretende alargar o acréscimo de horas extra que podem ser trabalhadas em regime de bancos de horas fixados em contratação colectiva, para 250 horas (face às actuais 200). No caso de acordo directo (nova modalidade) o acréscimo anual pode ser de 150 horas e não 100 como apontado até agora.

 

Subsídio pode acumular com salário
Os desempregados que aceitem um emprego com um salário inferior ao valor do subsídio poderão acumular, em certas condições, a retribuição com 50% do subsídio nos primeiros seis meses (até certo limite) e 25% nos seis meses seguintes. Se depois o contrato cessar, os desempregados podem voltar a receber o subsídio, mas o período de acumulação é descontado no prazo de atribuição. A medida não mexe no conceito de emprego conveniente.

 

Indemnizações só descem em Novembro
O Governo tinha acordado com a ‘troika' reduzir as compensações por despedimento dos trabalhadores com contrato anterior a Novembro de 2011, em linha com as regras já praticadas nos contratos posteriores (e que dão direito apenas a 20 dias de salário por ano de casa). Esta era a segunda fase do corte das compensações, que deveria entrar no Parlamento até Março. Mas esta fase não consta da proposta de acordo tripartido e o Diário Económico sabe que é intenção do Governo avançar directamente para a terceira etapa, ainda que não antecipe os prazos previstos. A ‘troika' dizia que até Outubro devia entrar no Parlamento uma proposta que alinhasse as compensações com a média europeia, que estipulou entre 8 a 12 dias (terceira fase). A proposta ontem discutida (e ainda sujeita a mudanças) refere apenas que o novo corte das compensações chegará em Novembro. O que significa que os trabalhadores podem continuar a acumular direitos até essa altura. Diz então que, no período de contrato até 31 de Outubro, contam as regras até aí aplicáveis (30 dias de salário por ano de casa para contratos antes de Novembro de 2011 e 20 dias para contratos posteriores, se o Governo não avançar com nenhuma mudança intercalar). Já no período de contrato a partir de Novembro de 2012, contarão as regras em vigor a partir daí, o que deverá corresponder à média europeia. Mantém-se o tecto de 12 meses de salário que não pode ser ultrapassado na conjugação destas duas fórmulas. O trabalhador só pode ganhar mais do que isto se o valor actual da compensação, à data das novas regras, for superior. Esse valor será então "congelado". A proposta diz que o Governo se compromete a apresentar um estudo até Março com a média europeia e a introduzir "as eventuais alterações que dele decorram" na proposta de lei que entretanto venha a ser apresentada no Parlamento.

 

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Fonte:economico.sapo.pt


Meia hora trocada por férias, pontes, feriados e banco de horas

As negociações duraram 17 horas. Porém, poucas horas após o início, já o Executivo tinha deixado cair o prolongamento da jornada laboral. Em troca, acabaria por negociar um maior número de dias de trabalho, seja por via da redução de férias – cujo período é encurtado em três dias (de 25 para 22), seja pela redução do número de feriados. Além disso, cada empresa passa a poder gerir um banco de horas de 150 horas anuais por trabalhador – uma medida que permitirá a cada trabalhador trabalhar menos num dia e compensar com horas a mais noutro – sem que esse acréscimo seja pago como horas extraordinárias.

“Portugal mostra ao mundo, aos mercados, que mais uma vez sabemos ultrapassar as nossas diferenças e sabemos unir-nos em momentos de dificuldades. É exactamente com este espírito de união consagrado neste acordo que mostramos ao mundo que estamos a lançar as bases para vencer a crise”, sustentou o ministro da Economia e do Emprego, Álvaro Santos Pereira, após a maratona negocial de 17 horas que acabou cerca das 3h desta terça-feira.

O ministro sublinhou que “após meses de intensas negociações, o país sai daqui com um acordo em que reforça a competitividade da economia nacional, em que se lançam as bases para o crescimento económico e em que se preservam as bases para a paz social”. O ministro nada disse, apesar de questionado, para justificar o abandono da ideia de prolongar o dia de trabalho com meia hora extra.

Governo e parceiros sociais assinam acordo tripartido

Meia hora de trabalho trocada por férias, pontes, feriados e banco de horas

Faltas coladas a feriados custam dois dias de salário 

Indemnizações descem para 8 a 12 dias em Novembro 

Portugueses vão trabalhar mais 7 dias por ano  


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