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De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

De Redundo para o Mundo

Um olhar sobre o mundo das notícias

Rampa Capital do Móvel

 

Rampa Capital do Móvel em estreia -

 

 

Mesmo com o rótulo de extra Campeonato Portugal de Montanha, a 1ª Rampa Capital do Móvel/Paços de Ferreira tem todos os argumentos para vingar. Com aspirações a ocupar em 2011 o lugar da rampa espanhola que não gozou das preferência dos pilotos portugueses, esta rampa situada na Serra da Agrela (a 15 km do Porto) apresenta um traçado interessante com 4020 metros de extensão, 24 curvas, uma inclinação média de 4,39% e um desnível de 180 metros, para o qual a organização garante estarem reunidas todas as condições de segurança.

 

Situada na EN 105, entre o km 1,300 e o km 5,320, a rampa nortenha deverá reunir muito público, estando, para já, confirmadas de 30 equipas, número que poderá subir ainda mais, sabendo-se que as inscrições são gratuitas. Entre os pilotos já confirmados, destaque para o líder do CPM, Paulo Ramalho, mas também para Luís Pedro Magalhães e Duarte Ferreira que estrearão em Portugal os curiosos Mitjet.

 

Horário

 

31 Julho, Sábado
Início dos treinos oficiais 15h30

 

1 Agosto, Domingo
Início dos treinos oficiais 10h00
Início das subidas de prova 11h00


 


Escavações arqueológicas no Monte Padrão – Santo Tirso

 

 

O Gabinete Municipal de Arqueologia de Santo Tirso está  a dar continuidade às escavações arqueológicas no Monte Padrão, Freguesia de Monte Córdova, Concelho de Santo Tirso, trabalhos que se prolongam, ininterruptamente, desde 1990.  

Durante este mês e o próximo, Julho e Agosto, respectivamente, este projecto de investigação está a ser desenvolvido na vertente da face leste do Castro com o objectivo de documentar o sistema defensivo e estruturas complementares e respectiva evolução crono-estratigráfica. Os trabalhos contam com a colaboração de quatro alunos do curso de Assistente de Arqueologia da Escola Profissional de Arqueologia do Marco de Canaveses sob coordenação de Álvaro Moreira, o responsável científico por este projecto financiado na totalidade pela Câmara Municipal de Santo Tirso. 

Em paralelo, têm vindo a desenvolver-se acções de manutenção, conservação e musealização do Castro, simultaneamente, com actividades de carácter pedagógico implementadas no Centro Interpretativo do Monte Padrão (CIMP). Exemplo disso é a exposição “A mulher romana nas moedas do Museu de Vila Real”, patente no CIMP até ao dia 12 de Setembro de 2010. 

Classificado como Monumento Nacional desde 1910, o Castro de Monte Padrão foi escavado pela primeira vez na década de 50 do século passado, por Carlos Faya Santarém. Em 1986 a Câmara Municipal de Santo Tirso deu início a um conjunto de acções com o propósito de promover a protecção, estudo e valorização da estação arqueológica. Para garantir o apoio sustentável às actividades relacionadas com o Castro do Monte Padrão – seja o desenvolvimento disciplinar da Arqueologia no âmbito da gestão do recinto de que as ruínas são o núcleo fundamental, seja a divulgação dessa memória arqueológica junto da comunidade – a Câmara Municipal inaugurou em Abril de 2008, o Centro Interpretativo de Monte Padrão (CIMP), equipamento cultural construído de raiz e no qual foram investidos mais de 500 mil euros.



Paços de Ferreira

Foi elevada a sede de concelho em 6 de Novembro de 1836 e à categoria de Cidade em 20 de Maio de 1993.

Esta pequena cidade encontra-se organizada em torno de dois centros principais.

O primeiro núcleo central, mais antigo, é formado pela Praças Dr. Luís e 25 de Abril e pela Praceta de Santa Eulália.

Nesta última, está situada a Igreja Matriz, situada numa peculiar colina.

 De origem incerta, este templo é o local de devoção por excelência dos pacenses.

De notar que, da referida colina, podemos desfrutar de uma bela vista panorâmica,

já que, a partir daí, se consegue observar grande parte do concelho,

nomeadamente a parte mais ocidental (Seroa e Serra da Agrela, Meixomil, Penamaior e Eiriz).

Na parte central da Praça Dr. Luís, pode observar-se o Jardim Municipal, datado de 1892,

onde merece particular destaque o tri-centenário carvalho alvarinho, o ex-líbris da cidade pacense.

No jardim é ainda possível observar a estátua do Dr. Leão de Meireles,

uma das personalidades mais importantes dos primórdios do concelho de Paços de Ferreira.

Mais abaixo, a Praça 25 de Abril é dominada pelo edifício dos antigos Paços do Concelho,

inaugurado em 1918, onde funciona actualmente o Museu Municipal e o Posto de Turismo.

Defronte da escadaria principal deste edifício, aparece, embora discretamente,

 o Pelourinho de Paços de Ferreira, único monumento da cidade com a categoria de Património Nacional.

Na parte central da praça, marca presença a estátua de D. Sílvia Cardoso,

famosa benemérita pacense que abdicou de grande parte da sua riqueza para se dedicar à ajuda dos mais necessitados.

 

 

 


 



 



Citânia de Sanfins - Paços de Ferreira

A Citânia de Sanfins é uma das estações arqueológicas mais significativas da cultura castreja do Noroeste peninsular e

da Proto-história europeia. A vasta panorâmica sobre toda a região de Entre-Douro-e-Minho, que dela se abrange,

terá sido factor estratégico determinante do desenvolvimento deste importante povoado.

A observação das suas áreas de influência permite questionar a formação deste “lugar central” no

quadro da rede de povoamento castrejo regional.

Tudo indica ter sido escolhido, na sequência da campanha militar de Décimo Júnio Bruto (138-136 a.C.)

até à ocupação romana do Noroeste (29-19 a.C.), como capital dos povos Calaicos, dos Brácaros,

situados na margem direita do Douro. Este sítio era já conhecido,

tendo sido detectados elementos vestigiais mais antigos.

Suspeita-se de um fundo pré-histórico do período calcolítico e achados de escavações

documentam ter sido habitado por uma pequena população

entre os sécs. V e III a.C. na parte superior da colina,

identificável com a unidade étnica dos Fidueneas epigrafada no “Penedo das Ninfas”(fase I).

 

O grande aglomerado da Citânia, terá resultado, porém, da congregação (sinecismo) de diversas

comunidades limítrofes por motivos estratégicos sequentes à campanha de Décimo Júnio Bruto,

desempenhando, então, o lugar de capital regional (fase II).

Tendo-se transformado num castro reduzido, simples aldeia, kóma, segundo Estrabão,

com a conquista do Noroeste pelos exércitos de Augusto,

ocupava apenas a plataforma limitada pela muralha central,

onde se procedeu a uma profunda reestruturação urbana em função do fomento da actividade metalúrgica (fase III).
Com as reformas flavianas praticadas na região, terá entrado num período de declínio,

com uma população cada vez mais diminuta a cultivar os campos das imediações,

até ao seu abandono em meados do séc. IV (fase IV).

O cemitério cristão implantado na sua acrópole e a capela de S.Romão

que se lhe sobrepunha documentam uma fase datada da Baixa Idade Média (fase V),

já sem qualquer relação de carácter cultural com a Citânia a não ser como reconhecimento de uma ancestralidade,

de que estes traços de natureza religiosa são a melhor evocação.

Diversas notícias históricas, desde há muito,

se reportam mais ou menos directamente à Citânia de Sanfins,

delas se destacando as referências de D. Jerónimo Contador de Argote nas suas Memorias

para a historia ecclesiastica do arcebispado de Braga (1734),

do Diccionario geografico (1758) do P. Luiz Cardozo e

do romance O segredo do abade (1864) de Arnaldo Gama.

Campo privilegiado de investigação desde os tempos pioneiros da Arqueologia nacional,

atraindo para estudo sistemático grandes vultos e instituições da cultura portuguesa e estrangeira,

cumpre referir sobretudo o interesse de F. Martins Sarmento e J. Leite de Vasconcelos e,

em especial, a actuação da equipa de Eugénio Jalhay e Afonso do  Paço e seus colaboradores,

posteriormente continuada por docentes e

nvestigadores da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, que,

com o esforço de numerosas e sucessivas campanhas,

tornaram a Citânia de Sanfins numa das mais prestigiadas estações arqueológicas peninsulares.


 

     

 

 

 

 

 


 

 

 

 



Earth Water

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Arrancou esta semana em Portugal um projecto pioneiro de solidariedade.

A água embalada Earth Water é o único produto no mundo

com o selo do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR),

revertendo os seus lucros a favor do programa de ajuda de água daquela instituição.

A  nível nacional, a Earth Water é um projecto que conta com a colaboração da Tetra Pak,

do Continente, da Central Cervejas e Bebidas, da MSTF Partners,

do Grupo GCI e da Fundação Luís Figo.

Com o preço de venda ao público (PVP) de 59 cêntimos, a embalagem de Earth Water

diz no rótulo que «oferece 100% dos seus lucros mundiais

ao programa de ajuda de água da ACNUR», apresentando,

de água potável.

Com 4 cêntimos, o ACNUR consegue fornecer água a um refugiado por um dia.

 

http://earth-water.org/

 

 "Todos os dias morrem seis mil pessoas devido à falta de água potável e destas 80% são crianças.

A cada 15 segundos morre uma criança devido a uma doença relacionada com a água.

Com a criação da Earth Water pretende fazer-se a diferença e melhorar estas estatísticas assustadoras.

Ao desenvolver o conceito "You Never Drink Alone"  pretende-se criar solução para a falta de água mundial.

 

AJUDE! DIVULGUE!  

 

Obrigado                                          


Castro do Padrão - Santo Tirso

 

 

O castro do Monte do Padrão é uma das principais referências culturais e patrimoniais da comunidade tirsense. A sua presença, de grande destaque na paisagem, imprime uma marca indelével no território que, aliada à carga histórica e simbólica que possui, projecta a localidade em toda a região. Carga histórica e simbólica que advém da intrínseca relação existente entre a área arqueológica e uma das principais personalidades históricas da cristandade medieva do Noroeste Peninsular – S. Rosendo – certamente um dos mais ilustres tirsenses. Este vínculo faz com que o imóvel transcenda o seu valor enquanto objecto de ciência, para se projectar como uma referência intemporal do processo de reconquista e povoamento do território que, mais tarde, viria a ser Portugal.

 

O Monte Padrão situa-se na margem esquerda do rio Ave, na freguesia de Monte Córdova, a poucos quilómetros a Sudeste da cidade de Santo Tirso. Classificado como Monumento Nacional desde 1910, o castro do Padrão foi escavado pela primeira vez na década de 50 por Carlos Faya Santarém. Em 1986 a Câmara Municipal deu início a um conjunto de acções com o propósito de promover a protecção, estudo e valorização da estação arqueológica.

 

 

 

Os  testemunhos mais antigos remontam ao Bronze Final, período que se encontra identificado estratigraficamente e por conjunto instrumentos liticos  e cerâmicas variadas as quais se destacam as que apresentam uma decoração tipo boquique. Durante a Idade do Ferro as comunidades indígenas edificaram um povoado fortificado do qual sobreviveu um considerável acervo de espólio e abundantes vestígios construtivos, de que se destaca um considerável troço de muralha e várias casas circulares. Na época romana a estrutura do povoado viria a sofrer profundas alterações motivadas por uma intensa ocupação entre os séculos I e IV. Este momento de ocupação conserva um notável conjunto arquitectónico formado por uma área residencial com várias domus, com pátio central lajeado, e outros edifícios de características diversas. Na face Este da plataforma superior encontramos parte de um templo Alto-Medieval e um edifício anexo, que corresponderá à antiga igreja paroquial e mosteiro de Monte Córdova, onde foi também detectada uma necrópole com sepulturas de diferentes tipologias.

 

 

 

Idade do Bronze | A mais antiga ocupação registada no Monte Padrão reporta-se ao Bronze Final, período cronológico a que, genericamente, corresponde o período de formação da “ cultura castreja “. Os testemunhos que nos revelam a ocupação do povoado este período consistem num conjunto de cerâmicas datáveis do séc. IX/VII a.C., e nalguns instrumentos líticos, nomeadamente mós de cela, machados de pedra polida e lâminas de sílex. Dos materiais cerâmicos, predominam as taças carenadas, potes de armazenamento de perfis diferenciados, e em menor número, vasos troncocónicos. Devido à exiguidade da área intervencionada, não é ainda possível definir com clareza a área de ocupação da estação para esta época. As cerâmicas com decoração bouquique, tipo Cogotas I, recolhidas abundantemente testemunham, já durante este período, contactos com a área central da península, designadamente a actual estremadura espanhola.

 

 

 

 Idade do Ferro|No período a que corresponde culturalmente a II Idade do Ferro do Noroeste Peninsular, integra-se a vulgarmente designada “ cultura castreja ”. É durante este período que o castro de Monte Padrão assume maior expressão espacial. Embora actualmente seja apenas visível o face nascente da 1ª linha de muralhas, que circunda e delimita a plataforma superior, as plataformas e taludes existentes denunciam a existência de mais duas linhas de muralhas.

 

 

 

Recentes intervenções arqueológicas efectuadas na plataforma superior, a Norte do complexo romano, puseram a descoberto um complexo conjunto de estruturas de habitações de planta circular que evidenciam diferentes fases construtivas do povoado.A importância da ocupação proto-histórica é atestada pela grande diversidade e abundância de espólio cerâmico, mas também pela existência de vestígios que denotam a prática da actividade de ourivesaria e metalurgia. A grande quantidade de cossoiros, revela-nos a importância que a actividade têxtil, indiciando uma grande apetência pela prática agro-pastoril, a qual parece prolongar-se pelo período romano.Neste período o castro de Monte Padrão integraria um vasto território definido pela serra da Agrela a Oeste, o rio Ave a Norte e o rio Leça e a serra de Valongo a Sul a que corresponderia a unidade gentílicia dos Fiduenae, cujo povoado nuclear seria a Citânia de SanfinsPaços de Ferreira.

 

 

 

Romanização | Da ocupação romana são conhecidos vários edifícios que ocupam parcialmente a plataforma superior. O primeiro, localizado a poente, de que se conhece a planta na integra, corresponde à área residencial do complexo Norte e designa-se por – “ Domus “. Possui planta quadrangular, com pátio central lajeado, à volta do qual se desenvolvem vários compartimentos. Anexo ao corpo principal do edifício, no lado Norte, existe um pequeno conjunto de compartimentos de planta irregular que possivelmente correspondem a uma área de serviços cuja cronologia será posterior à primeira construção. A poucos metros a Sudoeste, localiza-se outro edifício, de maiores dimensões que o anterior, de planta rectangular, com alguns pavimentos lajeados e caleiras de escoamento, cuja configuração nos permite admitir que a sua função tenha sido diversificada, claramente ligada à actividade agro-pastoril. Da escavação efectuada nos anos cinquenta, resultou um numeroso espólio, cuja análise nos sugere uma longa ocupação dos dois edifícios, entre os séculos I e IV. Os outros dois edifícios localizam-se respectivamente na face Este e Sul da plataforma superior e encontram-se em fase de escavação.Em época romana o castro de Monte Padrão, implantado sobre a via romana secundária que ligava o Porto ( Cale ) à via de ligação de Braga ( Bracara Augusta ) a Mérida, em S. João da Ponte, Guimarães, passando por S. Martinho do Campo, onde se conserva uma ponte sobre o rio Vizela, terá conhecido uma amplo desenvolvimento que actualmente é visível devido à grande amplitude espacial  da área ocupada pelos vestígios deste período.

 

 

 

Idade Média | A ocupação medieval da estação localiza-se na plataforma superior, a Sul do complexo romano. O primeiro  momento de ocupação deste período corresponde a um templo Alto-Medieval ( séc. XI – XII ) a que se sobrepôs um edifício de cronologia relativamente tardia, contemporâneo de uma extensa e numerosa necrópole medieval que corresponderá à igreja paroquial e ao mosteiro de Monte Córdova.Do numeroso espólio exumado, destaca-se um conjunto de peças metálicas, um tesouro de moedas e ainda um abundante espólio cerâmico, possuindo alguns exemplares decorações figurativas e fitomórficas.Os vestígios medievais correspondem, provavelmente, ao mosteiro mandado edificar alguns anos antes do nascimento de S. Rosendo e que funcionou como Priorado  dependente do Mosteiro de Celanova ( Orense, Galiza ) até ao séc. XVI. D. Manuel I nomeou um comendatário para administrar os bens do mosteiro, extinguindo-se no final do séc. XVI a ligação aos beneditinos de Celanova. A  igreja paroquial terá sido trasladada, segundo nos relata Frei Leão de S. Tomás, no início do séc. XVII.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Centro Interpretativo do castro do Monte do Padrão 

 

 

 

Objecto e Local | Este projecto de arquitectura refere-se à construção de um edifício destinado ao Centro Interpretativo do Monte Padrão a situar no acesso ao Castro localizado na freguesia de Monte Córdova em Santo Tirso.

 

Programa | Este projecto tem como objectivo a estruturação de um programa com aptidões para o apoio sustentável ás actividades relacionadas com o Castro do Monte Padrão, seja o desenvolvimento disciplinar da Arqueologia no âmbito da gestão do recinto de que as ruínas são o núcleo fundamental, seja a divulgação dessa memória arqueológica junto da comunidade; intervenção que será complementada, em etapas distintas mas igualmente preponderantes, pela requalificando do último tramo do percurso de acesso ao castro que é a extensão final de diversos percursos lúdicos constituintes de uma rota de fruição paisagística de toda a envolvente e que culmina junto da capela do Monte Padrão, agora que a via de acesso que serve este edifício foi já intervencionada.

 

 

 

Considerando o conteúdo programático do edifício de natureza pedagógica e interpretativa, o seu sector nuclear deverá ser o binómio espacial composto pela sala de serviços educativos - apoiada pelos recentes veículos multimédia - e, em interactividade, pelo espaço destinado à exposição permanente. Os restantes módulos funcionais são, a saber, o apoio administrativo definido pela recepção e documentação informal (áreas de átrio, informação e secretariado), sala de restauro, gabinetes de trabalho, área de recolha de materiais e equipamentos, e ainda os serviços sanitários e vestiários, a que deverá juntar-se a área para a colocação das infra-estruturas técnicas do edifício. Uma sala polivalente introduzida no programa, modulada criteriosamente e com uma área útil equilibrada, permitirá que o edifício, se tal se vier a justificar no futuro, possa “crescer” a partir de dentro sem que se torne necessário aditar novas volumetrias, podendo a alteração ser feita sem prejuízo da qualidade espacial e formal do mesmo e com custos mínimos, aumentando-se, assim, a sua longevidade operacional.

 

   

 

Linguagem | Conceptualmente, a proposta edificada deverá naturalmente resultar das características morfológicas do terreno e ser sensível à acuidade paisagística da envolvente, sobretudo das sua especificidades naturais e construídas, tendo também presente, embora de modo indirecto, os códigos e conteúdos de assentamento do Castro. Assim, e porque o edifício será ele próprio uma plataforma interpretativa dos signos mais representativos do lugar, foi dada especial atenção à sua volumetria e à linguagem arquitectónica que o caracteriza, recorrendo a padrões de composição nítidos, talvez mesmo elementares mas que, de modo significativo, lhe conferem uma autonomia formal que é disciplinarmente defensável e, poderá dizer-se, necessária para a definição de uma intervençãocontemporânea de qualidade.

 

Como nota final, fazemos apelo para que até ao final do processo de expropriação que está a decorrer, sendo possível, seja salvaguardada a integridade do núcleo arborizado uma vez que a presença foi importantena contextualização formal do projecto e, como tal, tornou-se imprescindível para a implantação do edifício naquele território.                                               

 

 

 

   Nuno Magalhães Pinto Arq. ( D.E.P )

 

 

 

  

 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

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Shrek The Best

Shrek 2001

 

sinopse
Shrek é um grande e feio ogre que mora sozinho num pântano. Quando Lorde Farquaad,

senhor de DuLoc, expulsa do seu domínio todas as criaturas de contos de fadas,

Shrek vê as suas terras invadidas por todo o tipo de criaturas encantadas.

O ogre decide então confrontar o nobre. Farquaad faz um acordo com Shrek:

o pântano será de novo devolvido ao ogre se este for a um distante castelo,

rodeado de lava incandescente e guardado por um dragão,

salvar uma princesa de nome Fiona que se encontra presa na torre mais alta.

 

 

 

 


Shrek 2 - 2004

 

sinopse
Shrek e a princesa Fiona regressam da lua-de-mel e são convidados para irem

até ao reino Far Far Away.

O ogre verde tem agora outro grande desafio pela frente - enfrentar os sogros.

 


Shrek o Terceiro - 2007

 

sinopse
Quando Shrek se casou com Fiona a última coisa que estava nos seus planos era tornar-se Rei.

Mas quando o seu sogro começa subitamente a coaxar, é exactamente esse destino que o espera.

A menos que Shrek - com a ajuda dos seu leais amigos Burro e Gato das Botas

- consiga descortinar um Rei adequado para o Reino de Bué-Bué Longe,

este ogre pode muito bem ficar pendurado com o cargo...

O candidato mais promissor é Artie, primo de Fiona. Mas Artie, um estudante muito

baldas da época Medieval, revela-se um desafio bem maior do que esperavam...

  


Shrek Para Sempre! - 2010

 

sinopse
Depois de derrotar uma dragão maléfico, resgatar uma bela princesa e

salvar o reino dos seus sogros, que pode um ogre fazer? Bem, se fores o Shrek,

de repente és um pai de família, completamente "domesticado".

Em vez de assustar os aldeões, como costumava fazer,

o relutante Shrek passa agora a vida a dar autógrafos em forquilhas...

Terá este ogre perdido a sua raça? Saudoso dos bons velhos tempos em que se sentia um "ogre à séria",

Shrek é levado a fazer um pacto com o falinhas mansas, Rumpelstiltskin.

Subitamente,  Shrek vê-se numa distorcida versão alternativa de Bué-Bué Longe

onde os ogres são perseguidos, Rumpelstiltskin é rei e o Shrek e a Fiona nunca se conheceram.

Agora depende de Shrek desfazer o mal que fez, na esperança de salvar os seus amigos,

restaurar a ordem no reino e reclamar o seu Verdadeiro Amor.

 

 



Coisas que todo viciado em café deve saber

O café é uma das bebidas mais consumidas em todo o mundo, apesar de alguns preconceitos. Entretanto, tomar um “cafezinho” em doses moderadas pode trazer à saúde mais benefícios que o simples prazer de degustar a tradicional bebida.

O café é uma bebida rica em minerais, contém vitamina B, ácidos clorogênicos, antioxidantes naturais, nutrientes que ajudam a prevenir a depressão e suas conseqüências como o tabagismo, alcoolismo e consumo de drogas. A recomendação dos especialistas é de um consumo de 3 a 4 xícaras diárias (cerca de 500 mg de cafeína), o que estimula a atenção, concentração, memória e o aprendizado escolar.

O consumo diário e moderado de café pelos adultos também pode ajudar ainda a combater a depressão, a quarta principal causa de morte no mundo atualmente, mas que poderá vir a ser a segunda em 2020, conforme informações da OMS (Organização Mundial da Saúde), depois do infarto do miocárdio.

 

 


Fugindo do Trabalho


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